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segunda-feira, 11 de abril de 2016

“ALIANÇA NOÉTICA





ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical



ALIANÇA NOÉTICA

Sua duração: 427 anos

 

Texto Áureo:

“E disse o Senhor: Destruirei, de sobre a face da terra, o homem que criei, desde o homem até ao animal, até ao réptil e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito.
Gênesis 6. 7.


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Gênesis 6. 8, 13, 14; 9. 11 - 17


Objetivo:

1.     Entender o objetivo e o propósito da Aliança Noética;
2.     Conhecer a biografia resumida da tríade patriarcal que antedeu Noé;
3.     Compreender: de que forma a descendência Noética está atrelada à Nova Aliança.


§    Palavra Introdutória – Noé, um dos personagens mais conhecidos da história cristã e secular, aparece pela primeira vez no quinto capítulo do Livro de Gênesis (Gn 5. 29). O filho de Lameque, da linhagem de Sete (filho de Adão) parece ter vindo ao mundo com a missão de recomeçar a história humana, visto que a maldade em seu tempo crescera em grande escala (Gn 6. 5), e as consequências do pecado pesavam sobre a humanidade. (Na lição).


I.   DE ENOQUE A NOÉ: REMINISCÊNCIAS DA DIVINA MISERICÓRDIA – A expressãoandar com Deus” foi utilizada para fazer referência a Enoque (Gn 5. 24), o homem que não conheceu a morte e a Noé, o homem que não foi tragado pelas águas do Dilúvio (Gn 6. 9). A expressão “andar com Deus, significa “levar uma vida correta”, como se o homem fosse acompanhado pelo seu Criador, que é a fonte da verdade e da justiça. Expressão igual usada a respeito de Noé (Cp.  6. 9) e de Abraão (Cap. 17).

1.1.      Enoque, Matusalém e Lameque: a primitiva tríade patriarcal. – (Veja na lição o significado de cada nome desses homens e data de sua partida. (Ponto 1.1: pág. 15 Aluno).

1.2.      Noé, o consolador: -     Noé foi a décima geração a partir e Adão. Este morreu no ano 930 da Criação. Noé nasceu 126 depois da morte de Adão, que chegou a conhecer seu “neto” Lameque. - (Vejamos os comentários de diversas escolas teológicas sobre seu nome: lição Ponto 1.2).


II.    A ALIANÇA NOÉTICADepois da Queda, de (Adão e Eva), o primeiro casal todos os homens tornaram-se pecadores e corruptos (Rm 3. 23; 1. 18 – 32; 6. 23). – “E corrompeu-se a terra”, Gn 6. 11.  A Bíblia descreve o maravilhoso mundo criado por Deus, mas os homens dessa geração eram ruins, e sua maldade foi a causa da destruição dessa grandiosa obra Divina. De nada valeu a inteligência herdada de Adão depois deste ter comido da árvore da sabedoria; de nada ajudaram as descobertas no campo da técnica e indústria, agricultura, economia e música; ao contrário, dia-a-dia aumentava a sua decadência moral. Como o progresso das descobertas e civilizações, agravaram-se seu orgulho e sua voluptuosidade, e mais eles se aperfeiçoaram na descoberta de instrumentos mortíferos e destrutivos. Um único homem justo, correto e íntegro dessa geração conseguiu salvar a humanidade inteira da ruina completa.

2.1.      Noé, o Justo: - Em contraposição à sociedade de sua época, Noé achou graça aos olhos do Senhor (Gn 6. 8). Noé demonstrou que o homem tem forças morais suficientes para conservar sua integridade ética em todas as circunstancias da vida, e não precisa sucumbir às influências malévolas e prejudiciais do ambiente em que vive. – Em Gênesis 6. 8, encontramos a primeira ocorrência do termo graça (hb. Chen) nas Escrituras, estando frequentemente associado ao conceito de redenção (Jr 31.2; Zc 12.10). A palavra graça (hb. Chen) provém de um radical (chanan), que significa desviar ou parar. A vocábulo sugere a ideia de um ser superior desviando a ira, mostrando favor ou sendo benevolente em relação a um ente inferior. (Ver Revista do Professor, pag. 22).

2.2.      Arca: Símbolo de preservação da vida – A Palavra Tevá aparece na Bíblia em apenas duas únicas situações, e ambas dizem respeito à salvação ligada às águas: por ocasião do Dilúvio, para salvar Noé e sua família – e por extensão, a HUMANIDADE -, e com relação a Moisés, para salvá-lo do decreto mortal do Faraó - (Gn 6. 14): Arca: - um tipo de Cristo como refúgio do Seu povo por ocasião do juízo (Hb11. 7). (Veja na lição as meditas da Arca, pág. 22 da Revista do prof., e do aluno pág. 17).

2.3.      A dilúvio: símbolo do juízo divino. (Gênesis 6. 17) “... o Dilúvio, para destruir debaixo do céu toda criatura. O Dilúvio foi feito em um período de juízo e destino esmagadores. – No N.T., o nosso Senhor disse que, como aconteceu nos dias de Noé, assim será no fim dos tempos. (Mt 24. 37 – 37), Lc 17. 26 – 27).

2.4.      Elementos presentes na A Aliança NoéticaA Terceira Aliança - (Gn 9. 16), reafirma as condições de vida do homem caído conforme anunciadas pela Aliança Adâmica, e institui o princípio do Governo Humano para reprimir a expansão do pecado, uma vez que a ameaça do juízo divino na forma de outro dilúvio foi removida.  Os elementos da Aliança são:

2.4.1.      O homem torna-se responsável pela proteção da santidade da vida humana, através de um governo ordeiro sobre o homem individual, até à pena capital (Gn 9. 5, 6; comp. Rm 13. 1 -7).

2.4.2.   Nenhuma maldição adicional é enunciada sobre a terra, nem o homem deve temer outro dilúvio universal (Gn 8. 21; 9. 11 – 16);

2.4.3.            A ordem da natureza é confirmada (Gn 8. 22; 9. 2);

2.4.4.         A carne dos animais é acrescentada à dieta do homem (Gn 9. 3 – 4). Presume-se que o homem fosse vegetariano antes do dilúvio;

2.4.5.    Uma declaração profética é enunciada sobre os descendentes de Canaã, um dos filhos de Cão, de que seriam servos dos seus irmãos (Gn 9. 25 – 26).

2.4.6.        Faz-se uma declaração profética de que Sem terá um relacionamento peculiar com o SENHOR (Gn 9. 26 – 27). Toda a revelação divina é através dos homens semitas, e Cristo, segundo a carne, descende de Sem.

2.4.7.    Uma declaração profética é enunciada de que de Jafé virão os grandes povos (Gn 9. 27). O governo, as ciências e as artes, generalizando, vieram e têm sido jaféticos, de modo que a história é o registro incontestável do cumprimento exato destas declarações.

2.5.      Os Descendentes de Noé: - (Gn 10. 1) – Sem, Cão e Jafé. O propósito do capítulo 10 é revelar como todas as nações e povos da terra descendem de Noé e dos seus filhos, após o dilúvio (v. 32).

§    Os descendentes de Sem: povoaram as regiões asiáticas, desde as praias do Mediterrâneo até o oceano Índico, ocupando a maior parte do território entre Jafé e Cam.  Foi dente eles que Deus escolheu o seu povo, cuja história constituiu o tema central das Sagradas Escrituras.

§    Os descendentes de Cam: foram notavelmente poderosos no princípio da história do mundo antigo. Constituíam    a base dos povos que mais relações travaram com os hebreus, seja como amigos, seja como inimigos. Eles estabeleceram-se na África, no litoral mediterrâneo da Arábia e na Mesopotâmia.

§    Os descendentes de Jafé:  formaram os povos indo-europeus, ou arianos. Embora não tivessem sobressaído na história antiga, tornaram-se nas raças dominantes do mundo moderno.


III.          A HISTÓRIA DE NOÉ NO ANTIGO E NO NOVO TESTAMENTO

A história de Noé é uma das mais conhecidas, dentro e fora da teologia cristã. Dentre outras possibilidades, ela representa segurança, salvação, destruição, provisão e recomeço. (Veja na lição as referências e detalhes do comentarista).


Conclusão: - Apesar de sua promessa de não mais destruir a terra por água, Deus deu a entender que a maldade e a impiedade dos homens bem o podiam merecer (Gn 8.21). Na restrição de comer sangue observa-se o seu caráter sagrado já que a redenção seria por meio de sangue. Em anunciar que a “benção” estaria nas tendas de Sem (Gn 9. 27), Deus já indicava a linhagem da qual viria a “Semente da Mulher”, que é Jesus, o MESSIAS.


                                            Aula Elaborada, pela professora,
                                    
                 PraMaria Valda – ADMEP 

Material Pesquisado:
ü  O Plano Dino Através dos Séculos – Estudo das Dispensações – N. Lawrence Olson
ü   Apostila: As Dispensações e as Alianças aos Homens – Prof.ª Maria Valda.
ü   Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD.
ü   Bíblia de Estudo de Anotações do Dr. C. I. Scofield
ü   Bíblia de Estudo NVI – Tradução das Notas GORDON CHOWN
ü   A Torá – SCI de São Paulo “Chevra Kadiska”
ü Lição da editora Gospel                                                                                                     
ü   Comentarista, Pr. Samuel Malafaia



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