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domingo, 26 de junho de 2016

10 PRINCÍPIOS QUE PODEM DINAMIZAR O CULTO DE SUA IGREJA





1. SEJA PONTUAL. HONRE AQUELES QUE HONRAM SUA PALAVRA
 Estabeleça um horário para começar e terminar o culto. Comete erro grave o dirigente que anuncia o início e término do culto para um determinado horário e não cumpre com sua palavra. Isto não quer dizer, entretanto, que tenhamos que ser radicais ao ponto de não admitirmos uma tolerância, ressalvado o disposto no item 10.
O dirigente que com frequência começa o culto após o horário oficialmente anunciado, comete dois graves erros:
 a) honra os retardatários e desonra os membros pontuais;
b) o obreiro que promete e não cumpre sua palavra corre um sério risco de perder sua reputação perante a igreja. Em breve falará e não será ouvido;

 2. ADMINISTRE BEM O TEMPO DO CULTO

Temos notado que em determinados cultos, se estiverem presentes 10 pastores, o dirigente em detrimento da ordem do culto, se acha na obrigação de distribuir oportunidades para os dez pastores darem uma “saudação” o que constitui um erro e contribui para que cada vez mais os membros se sintam desmotivados para voltar ao culto.

O dirigente do culto precisa entender que os membros, visitantes e departamentos é que devem se ajustar ao seu programa de culto e não o contrário. O dirigente do culto deve distribuir as oportunidades DE ACORDO COM O TEMPO DETERMINADO PARA DURAÇÃO DO CULTO ainda que tenha que sacrificar algumas oportunidades, tudo em benefício da boa ordem;

Outra boa medida de administração do tempo do culto é adotar o hábito de se fazer os anúncios da semana durante o transcorrer do culto (melhor ainda se for via data show) e NUNCA APÓS A MENSAGEM. O culto deve terminar no clímax que é a mensagem e não como temos visto com frequência: o pregador acaba de entregar uma mensagem poderosa e em seguida desce sobre a igreja aquela “ducha de água fria” dos anúncios da semana que quase sempre não prendem a atenção da igreja;

 3. TORNE O CULTO DINÂMICO E DIVERSIFICADO
Torne o culto menos rotineiro e mais variado e atrativo. Lembre-se de que tudo que é novo cria uma expectativa e desperta o interesse enquanto por outro lado, tudo que é repetitivo e rotineiro se torna monótono e enfadonho e é assim que muitos cultos se têm transformado: monótono e enfadonho porque a pessoa já vem para culto sabendo exatamente o que vai acontecer: três hinos da harpa, senhoras, mocidade, coral etc.…

Procure surpreender e encantar os membros, variando a ordem de oportunidades, trazendo de vez em quando um pregador de fora, um cantor; mude o esquema das ofertas de vez em quando, solicitando aos membros que depositem suas ofertas a frente do altar (púlpito), enfim, não tenha medo de mudar;

 4. DÊ PRIORIDADE A MENSAGEM

Priorize a mensagem. O tempo ideal a ser reservado para a mensagem é de 40 (quarenta) minutos. O tempo médio é de trinta minutos. Menos que isso é inadmissível. Por outro lado, sermão com duração acima de 60 minutos, via de regra, é contraproducente porque normalmente peca pela prolixidade (fala muito e diz pouco).  A mensagem é o coroamento do culto. Nada pode roubar o tempo a ela reservado. Por sua vez, não deve o dirigente escolher qualquer pessoa para pregar ou mesmo escolher “a laço” na última hora. O bom dirigente é aquele que programa com antecedência uma escala mensal de pregadores dando oportunidade para, pelo menos, um pregador “de fora” uma vez por mês. Os pregadores selecionados devem ser aqueles que pregam uma mensagem centrada em Cristo (Cristocêntrica) e na Bíblia (Bibliocêntrica) e não aqueles que ficam contando historinhas, gritam o tempo todo ou os famosos triunfalistas (não pregam ajuda do alto e sim autoajuda). Estes devem ser descartados.

 5. CRENTE CONSCIENTE ASSISTE OU PARTICIPA DO CULTO?

É importante que o dirigente antes e/ou durante cada culto conscientize com base na Palavra de Deus, sobre o significado e importância do culto enfatizando aos membros presentes que nós não viemos a igreja para assistir ao culto, mas sim para participar do culto. Quem faz o culto somos nós.

 6. FAÇA DO MOMENTO DAS OFERTAS UM PONTO ALTO DO CULTO

Não faça do momento da oferta um momento qualquer. Prepare a mente, o coração e o bolso dos membros de sua congregação para o momento da CONSAGRAÇÃO DAS OFERTAS. Em poucas palavras e com fundamento Bíblico mostre a congregação sobre o significado das ofertas e de seu valor como parte da mordomia cristã e de que esta representa também uma expressão de adoração a Deus e reconhecimento de sua soberania. Nunca diga: vamos tirar às ofertas (quem tira (saqueia) as ofertas é o diabo). Nós consagramos nossas ofertas a Deus. Nunca diga: vamos cantar o hino de n. º tal para recolher as ofertas. Nós não cantamos hino para (com o fim de) recolher ofertas mas para adorar a Deus. O correto é: Enquanto vamos consagrar nossas ofertas a Deus vamos louvá-lo com o hino n. º tal.  Outra dica: não ore pelas ofertas antes de seu recolhimento; o certo é orar consagrando as ofertas depois de seu recolhimento;

 7. DÊ OPORTUNIDADE PARA QUEM SABE

Dê oportunidade ao maestro do coral ou ao regente da banda ou a um irmão que reconhecidamente tenha dotes musicais para dirigir os cânticos do hinário cristão de sua igreja na abertura do culto (se for o caso). É lamentável ver dirigentes totalmente desafinados que forçam a barra e insistem em fazer aquilo para o qual não tem vocação, roubando a vez de quem sabe ou causando desordem no culto.

 8. O LOUVOR CONGREGACIONAL PREPARA A IGREJA PARA A MENSAGEM

 Selecione e treine um grupo que ficará encarregado de ministrar um período de louvor congregacional com a igreja, de preferência antes da mensagem. Reserve pelo menos 20 minutos para o ministério de louvor. As pessoas que deverão compor este grupo devem ser pessoas espirituais e comprometidas com a Palavra.

 9. QUEM FOR BEM TRATADO VOLTA, QUEM NÃO FOR…

“O povo entra onde for convidado e fica onde for bem tratado.” Por isso é importante que o dirigente se preocupe e muito com as pessoas encarregadas de receber os membros e visitantes, escolhendo pessoas que sejam pontuais, simpáticas e bem relacionadas. No final do culto o dirigente, após a benção apostólica, deve se dirigir a saída do templo onde cumprimentará a cada irmão ministrando-lhes a benção individual e convidando-o para voltar no próximo culto; esta prática é altamente salutar. Ajuda a aproximar o dirigente dos membros o que é muito importante.

Outro detalhe importante. Respeite a privacidade dos visitantes. Evite incomodá-los anotando seus nomes e sua religião. Isso muitas vezes acaba constrangendo as pessoas. O momento de saudação aos visitantes deve ser o mais objetivo possível, sem necessidade de citar nominalmente cada um, o que além de demandar muito tempo, ainda sujeita o dirigente a cometer injustiça com quem deixou de ser citado nominalmente por esquecimento ou outro motivo qualquer. Já fui a um culto, onde a irmã disse do púlpito: “temos aqui o irmão fulano que é desviado”. Nada mais absurdo!

 10. BUSQUE INCANSAVELMENTE A SENSIBILIDADE DO ESPÍRITO

Todos os princípios acima aludidos deverão estar sob o comando do Espírito Santo. O dirigente deve ser sensível à voz do Espírito Santo para dirigir o culto debaixo de sua direção. O Espírito Santo é quem pode melhor revelar ao dirigente as necessidades da igreja naquele culto e orientá-lo em como deve conduzi-lo. Isto não quer dizer, entretanto, que o Espírito Santo nos exime de fazer a nossa parte na boa administração do culto. Muitos são os que terminam o culto às 22 hs., e se querem se escudar no Espírito Santo para justificarem seus erros. O Espírito de Deus é um espírito de ORDEM.

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Espero sinceramente, que estes princípios possam auxiliá-lo na direção do culto para o bem da Obra de Deus. Não é minha pretensão esgotar o assunto ou impingir um sistema ou mesmo causar uma ingerência no trabalho que nossos colegas pastores já vêm desenvolvendo a frente de suas igrejas. Meu objetivo não é outro senão ajudar pois “O HOMEM SÓ DEIXA DE APRENDER QUANDO MORRE E QUEM ACHA QUE JÁ SABE TUDO É PORQUE ESTÁ MORTO E AINDA NÃO SABE”


Dr. José Wellington Fagundes Marins,  Pastor da Igreja Assembleia de Deus Betel,  Casado, pai de 2 filhos graduado  pela Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas,  com curso de pós graduação pela FEMPERJ –  Fundação Escola do Ministério Público – RJ.
Dr. José Wellington Fagundes Marins,
Casado, pai de 2 filhos graduado
pela Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas,
com curso de pós graduação pela FEMPERJ –
Fundação Escola do Ministério Público – RJ.



Fonte: 
http://www.destakenewsgospel.com.br/2013/10/20-dicas-para-ser-bem-sucedido-em-sua-carreira-profissional/

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