quinta-feira, 9 de março de 2017

“LEIAM A BÍBLIA COM A MESMA INTENSIDADE COM QUE USAM SEUS CELULARES”

PAPA FRANCISCO: “LEIAM A BÍBLIA COM A MESMA INTENSIDADE COM QUE USAM SEUS CELULARES”

Por Tiago Chagas -


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O Papa Francisco continua em sua luta para fazer os cristãos mudarem a forma de ser e pensar e se aproximarem do que Jesus pregou. No último domingo, ele pediu que os fiéis lessem a Bíblia com o mesmo empenho com que acessam as redes sociais.
Recentemente, Francisco já havia dito que os cristãos precisam fazer jus à fé que professam, abandonando a hipocrisia e agindo da forma que as Escrituras ensinam para não escandalizar os demais.
No sermão do último domingo, Francisco destacou que os fiéis, muitas vezes, se dedicam aos seus celulares da forma como deveria se dedicar à leitura da Bíblia Sagrada. A pregação aconteceu na Praça de São Pedro, debaixo de chuva.
“O que aconteceria se tratássemos a Bíblia como fazemos com nossos celulares? Se nós voltássemos para recuperá-la quando a esquecêssemos? Se a carregássemos conosco sempre, mesmo em uma pequena versão de bolso? Se lêssemos as mensagens de Deus na Bíblia como lemos mensagens em nossos celulares? ”, questionou o papa, que mesmo tendo 80 anos, não se intimidou com a forte chuva.


De acordo com informações da agência internacional de informações Reuters, o pontífice destacou que tinha consciência de que sua comparação não era muito comum de ser feita, mas que o raciocínio “paradoxal” não tinha objetivo que não causar uma forte reflexão nos fiéis, pois a leitura da Bíblia ajuda as pessoas a resistirem às tentações diárias.


IGREJAS SÉRIAS... SERÁ?

Pastor diz que evangélicos estão em busca de “igrejas sérias” porque cansaram de apóstolos e bispos

 
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Os cristãos evangélicos brasileiros são divididos em diversas denominações, que entre si, são identificadas por categorias como, por exemplo, pentecostais, reformadas, neopentecostais.
Mas há um movimento não organizado de cristãos à procura de igrejas sérias, que pregam o Evangelho como ele é, sem doutrinas criadas por homens e com foco na mensagem de Jesus 

Fonte: https://noticias.gospelmais.com.br/pastor-evangelicos-cansaram-apostolos-bispos-igrejas-serias-89043.html?

quarta-feira, 8 de março de 2017

BREVE RESUMO DE CRISTOLOGIA

Márcio Melânia

12:53 (Há 2 horas)
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O objetivo deste artigo é fornecer uma breve apresentação da Cristologia ortodoxa. A necessidade de tratar de tal tema se percebe pelo fato de que muitos crentes têm conceitos e noções erradas sobre a pessoa, naturezas e obras de Cristo. A relevância do assunto é evidente por si só - alguém questionaria a importância de estudar sobre Jesus Cristo?

UNIDADE DA PESSOA DE CRISTO

Confessamos que Jesus Cristo é uma Pessoa divina. A Pessoa do Filho foi gerada pelo Pai na eternidade, como um segundo modo de subsistência na essência da Trindade (Provérbios 8.22-26; Miquéias 5.2; João 1.18).[1] A crença de que Jesus é uma só Pessoa divina deve ser afirmada contra a heresia nestoriana, segundo a qual “haveria duas pessoas, em Jesus - uma divina e outra humana - unidas entre si por um vinculo afetivo ou moral”[2], e contra as heresias unicistas, que negam a distinção pessoal do Filho em relação ao Pai. O fato de Jesus ser uma única Pessoa significa que a Segunda Pessoa da Trindade é o sujeito de todas as ações de Cristo, mesmo aquelas feitas em razão de Sua humanidade.[3] É por isso que se pode dizer corretamente que Deus morreu na cruz (Atos 20.28; 1 Coríntios 2.8) ou que Maria é mãe de Deus[4] (Isaías 9.6; Mateus 1.23; Lucas 2.11; Romanos 9.5).

Todavia, não basta afirmar simplesmente que a Pessoa divina do Filho é o Sujeito de suas ações. Ainda precisamos responder a uma questão levantada por Gary Cramptom: “...se Jesus Cristo tem duas naturezas completas, uma plenamente divina e outra plenamente humana, e, todavia, ele é uma Pessoa divina indivisa, como essa Pessoa pode ser genuinamente humana?”[5] Sobre isso, devemos rejeitar a ideia de que a humanidade de Cristo é impessoal (anipostasia) e afirmar que a natureza humana de Cristo foi pessoalizada na Pessoa do Verbo (enipostasia), desse modo a Pessoa do Filho é o Deus – Homem Jesus Cristo.[6] Por isso podemos dizer que o Homem Jesus é o sujeito mesmo das ações feitas em razão da Sua divindade (João 3.13; 6.62). É essencial, portanto, que não pensemos que exista um Jesus Homem e um Jesus Deus, mas sim, que há uma só Pessoa do Filho: o Deus – Homem, Jesus.

NATUREZAS DE CRISTO

Jesus sempre teve uma natureza divina, a qual recebeu do Pai por comunicação (João 5.26). Afirmamos que Jesus é eternamente divino (João 1.1-3) e possui todos os atributos de Deus (Colossenses 2.9). No entanto, por ocasião da encarnação, Jesus assumiu a natureza humana para sempre, sem deixar de lado Sua natureza divina (Filipenses 2.6-7). Desse modo, Jesus é plenamente humano (1 Timóteo 2.5). Devemos afirmar essas coisas contra algumas heresias [7]:

1. Apolinarianismo: Os apolinários negavam que Jesus fosse totalmente homem, afirmando que o Logos tomou o lugar do seu espírito humano. Contra essa heresia, declaramos que Cristo assumiu toda a natureza humana, e por isso, possui um corpo e uma alma humanos.

2. Eutiquianismo: De acordo com essa heresia, a natureza divina absorveu a natureza humana. Contra os eutiquianos, é necessário dizer que Cristo teve adicionado à Sua natureza divina, a natureza humana, de modo que, embora inseparáveis, elas permanecem distintas. Dessa forma, as propriedades das duas naturezas não se misturam. Cristo continua sendo imortal, ilimitado, etc. em razão de sua natureza divina, mas também era mortal, limitado, sujeito  etc. em razão da sua natureza humana.

3. Arianismo: Os arianos negam que Jesus seja absolutamente divino, afirmando que ele é um ser criado. A visão ortodoxa, no entanto, diz que Jesus possui todos os atributos da natureza divina, de modo que Ele é verdadeiramente o Deus Eterno.

4. Docetismo: Os docetas negavam que Jesus fosse plenamente humano, pois não poderia ter assumido a carne humana já que, segundo eles, a matéria é má. Contra essa heresia, afirmamos que Jesus é cem por cento homem.

5. Teologia Kenótica: Os kenóticos afirmam que Jesus deixou de ser Deus quando se tornou humano. Em resposta confessamos que, embora Jesus tenha voluntariamente limitado o uso de seus atributos divinos, Ele não deixou de ser divino quando se tornou humano.

TRÍPLICE OFÍCIO DE CRISTO

Cristo, como o Messias, foi ungido para exercer três ofícios: Profeta, Sacerdote e Rei. Ele é o Profeta em quem culminam todas as profecias, o Sacerdote que efetuou nossa expiação e reconciliação e que intercede por nós e o Rei de um reino espiritual e eterno.[8] Cristo exerce suas funções de Profeta, Sacerdote e Rei de diferentes modos[9]:

1. Como Profeta: “Cristo exerce as funções de profeta revelando a igreja em todos os tempos, pelo seu Espírito e Palavra, por diversos modos de administração, toda a vontade de Deus em todas as coisas concernentes à sua edificação e salvação. (João 1.18; 1 Pedro 1.10-12; Hebreus 1.1-2; João 15.15; Efésios 4.11-13; João 20.31)”.

2. Como Sacerdote: “Cristo exerce as funções de sacerdote oferecendo-se a si mesmo uma vez em sacrifício sem mácula, a Deus, para ser a reconciliação pelos pecados do seu povo e fazendo contínua intercessão por ele (Hebreus 9.14, 28; 2.17; 7.35)”.

3. Como Rei: “Cristo exerce as funções de rei chamando do mundo um povo para si, dando-lhe oficiais, leis e disciplinas para visivelmente o governar; dando a graça salvadora aos seus eleitos; recompensando a sua obediência e corrigindo-os por causa dos seus pecados; preservando-os por causa dos seus pecados; preservando-os e sustentando-os em todas as tentações e sofrimentos; restringindo e vencendo todos os seus inimigos, e poderosamente dirigindo todas as coisas para a sua própria glória e para o bem do seu povo; e também castigando os que não conhecem a Deus nem obedecem ao Evangelho.” (Isaías 55.5; Gênesis 49.10; 1 Coríntios 12.28; João 15.14; Mateus 18.17-18; Atos 5:31; Apocalipse 22:12; 3.19; Romanos 8:37-39; 1 Coríntios 15.25; Romanos 14.11; 8.28; 2 Tessalonicenses 1.8; Salmos 2.9)”.

ESTADOS DE HUMILHAÇÃO E EXALTAÇÃO

Os estados de humilhação de Cristo vão desde Sua encarnação até a Sua morte. Jesus “...nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu ao Hades”[10]. Cristo se humilhou quando pôs de lado Sua majestade divina e assumiu a natureza humana como ela é desde a Queda (fraca e mortal), com exceção do pecado (Hebreus 2.17, 4.15). Fazem parte das humilhações de Cristo, Sua vida na Terra que foi toda de sofrimento e Sua morte expiatória e vicária. [11] A descida de Jesus ao Hades significa simplesmente que Jesus desceu ao túmulo e não que Ele desceu ao Inferno propriamente. “Ser sepultado”, “Descer ao túmulo” e “Descer ao Hades” são expressões biblicamente equivalentes (Gênesis 37.35; Salmos 30.4). [12]

A exaltação de Cristo tem como primeiro estágio Sua Ressurreição. É importante considerarmos os estágios que vão desde Sua ressurreição até a Sua futura segunda vinda. Cremos que Jesus ressuscitou fisicamente com o mesmo corpo com o qual morreu, porém glorificado (João 2.19; Lucas 24.39-42; 1 Coríntios 15.20, 53). Do mesmo modo, Jesus subiu aos céus com o mesmo corpo físico no qual viveu e morreu [13], foi entronizado à mão direita de Deus [14] e retornará fisicamente com esse mesmo corpo para “...julgar os vivos e os mortos.” [15] (Atos 1.9-11).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Crer na cristologia ortodoxa é essencial para a fé evangélica. Confessamos que há uma só Pessoa em duas naturezas completas (a natureza divina e a natureza humana), inseparáveis, porém distintas. Reconhecemos Cristo Jesus como o nosso Profeta, Sacerdote e Rei, “...o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu ao Hades; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está assentado a mão direita de Deus Pai Todo-Poderoso, de onde há de vir para julgar os vivos e os mortos.” [16]. 


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FONTES:
[1] http://brunosunkey.blogspot.com.br/2016/04/a-geracao-eterna-do-filho.html
[2] http://www.clerus.org/clerus/dati/2009-01/02-13/As_Heresias_Cristologicas_e_Trinitarias.html
[3] http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p1s2cap2_422-682_po.html
[4] É importante distinguir a ideia de mãe de Deus (theótokos), conforme aparece na Declaração ortodoxa de Calcedônia, da noção mariolátrica de Mãe de Deus presente no Romanismo. A primeira tem como objetivo realçar a deidade e a unidade pessoal de Cristo, enquanto a segunda sustenta a heresia idólatra do culto de hiperdulia. 
[5] http://www.monergismo.com/textos/cristologia/unidade_pessoa_cristo_crampton.htm
[6] FERREIRA, F. & MYATT. Teologia Sistemática - VIDA NOVA,  207. p.492.
[7] FERREIRA, F. & MYATT. Teologia Sistemática - VIDA NOVA,  207. Pp. 487, 488, 529, 530.
[8] Institutas II.XV, pp. 248-256.
[9] Catecismo Maior de Wesminster, perguntas 43, 44, 45. Disponível em:http://www.monergismo.com/textos/catecismos/catecismomaior_westminster.htm
[10] Credo Apostólico: http://presbiterianoscalvinistas.blogspot.com.br/2010/05/o-credo-apostolico.html
[11]  BERKHOF, L. (2012). Manual de doutrina cristã. São Paulo: Cultura Cristã, p. 141.
[12]  HODGE, C. (2001). Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos,p.944.
[13] GEISLER, N. Teologia Sistemática 1. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, p. 1095.
[14] BERKHOF, L. (2012). Manual de doutrina cristã. São Paulo: Cultura Cristã, p. 141.
[15] Credo Apostólico: http://www.monergismo.com/textos/credos/credoapostolico.htm
[16] Credo Apostólico: https://ipbicara.wordpress.com/2013/01/20/credo-apostolico/

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Autor: Bruno dos Santos Queiroz
Fonte: Bereianos

terça-feira, 7 de março de 2017

O FUTURO DEMOGRÁFICO MUÇULMANO DA ALEMANHA

Posted: 03 Mar 2017 07:18 AM PST


O FUTURO DEMOGRÁFICO MUÇULMANO DA ALEMANHA



Soeren Kern




Comentário de Julio Severo: Décadas de políticas e práticas de planejamento familiar (também chamado de controle da natalidade e controle populacional) deixaram a Alemanha escassa de bebês alemães. O resultado é um futuro sem trabalhadores suficientes para sustentar os velhos alemães. Ou a Alemanha morre demograficamente ou importa milhões de trabalhadores. Em vez de bebês, extintos pelo planejamento familiar, a Alemanha optou por imigrantes que mudarão para sempre sua nação. Uma nação que ama o planejamento familiar morre demograficamente, ou é obrigada a importar milhões de trabalhadores, e os países islâmicos têm “trabalhadores” de sobra para enviar aos países europeus que estão morrendo demograficamente. Esse é o caso da Alemanha. Mas é preciso apontar claramente o único culpado essa situação. Não é Angela Merkel. São os casais usuários de planejamento familiar. Eles estão matando seus países e ajudando a propagação rápida do islamismo. Leia artigo a seguir:




A Alemanha terá que absorver anualmente 300.000 migrantes nos próximos 40 anos para conter o declínio populacional, de acordo com um informe vazado do governo.

Os trechos do documento que foram publicados pelo Rheinische Post em 1º de fevereiro, revelam que o governo alemão conta com a migração contínua de grande contingente de pessoas — aparentemente da África, Ásia e Oriente Médio — para manter o tamanho atual da população alemã (82,8 milhões) estável até 2060.
O documento indica que a decisão da Chanceler Angela Merkel de permitir a entrada no país de cerca de 1,5 milhão de migrantes, em sua maioria muçulmanos, entre 2015 e 2016 não foi primordialmente um gesto humanitário e sim uma iniciativa calculada para evitar o declínio demográfico da Alemanha e preservar a viabilidade do futuro do bem-estar social do estado alemão.
Se a maioria dos novos migrantes que chegarem à Alemanha nas próximas quatro décadas forem do mundo islâmico, a população muçulmana da Alemanha poderá saltar para bem mais de 20 milhões e representar mais de 25% da população alemã em 2060.
Os críticos da política de imigração de portas abertas da Alemanha estão alertando que o recente salto da população muçulmana na Alemanha — que já ultrapassou, pela primeira vez, seis milhões de pessoas em 2016 — mudou para sempre a cara do país.

A migração em massa está impulsionando açodadamente a ascensão do Islã na Alemanha, conforme evidenciado pela proliferação de zonas proibidas, tribunais da Sharia, poligamia, casamentos de crianças e violência em nome da honra. A migração em massa também é responsável pelo caos social, incluindo ataques jihadistas, a epidemia de estupros cometidos por migrantes, a crise na saúde pública, o aumento da criminalidade e a corrida de cidadãos alemães para comprarem armas para defesa pessoal — e até mesmo abandonarem para sempre a Alemanha.

O governo não disse como pretende integrar outros milhões de muçulmanos em potencial na sociedade alemã. O preço para inverter o declínio demográfico na Alemanha parece ser islamizar ainda mais a Alemanha, sob o pretexto do multiculturalismo.

Segundo o documento que foi elaborado pelo Departamento Federal de Estatística (Destatis), o governo havia previsto anteriormente que a população da Alemanha cairia do patamar de 82 milhões para 73 milhões até o ano de 2060 — ou até mesmo para 67,6 milhões na pior das hipóteses. Esta estimativa já está sendo revista, no entanto, com base em um novo recálculo das previsões em relação à imigração, taxas de natalidade e expectativa de vida.

Devido à migração líquida positiva (mais pessoas entrando no país do que saindo), a população alemã aumentou em 1,14 milhão de habitantes em 2015 e mais 750.000 em 2016, para atingir o recorde histórico de 82,8 milhões no final de 2016, segundo estimativas preliminares do Destatis.

Com uma taxa de fertilidade de 1,6 nascimento por mulher, bem abaixo da taxa de substituição populacional de 2,1, a Alemanha irá necessitar um influxo permanente de 300.000 migrantes por ano a fim de manter estável o nível da população atual até o ano 2060, segundo o documento.

O documento ressalta a necessidade de integrar rapidamente os migrantes no mercado de trabalho, de modo que possam começar a contribuir com o sistema de bem-estar social. "Com base em experiências passadas, isso não será nada fácil e levará bem mais tempo do que o esperado inicialmente", admite o documento. "O sucesso será visível somente no médio e longo prazo".

Uma pesquisa recente realizada pelo Frankfurter Allgemeine Zeitung constatou que as 30 maiores empresas alemãs empregam apenas 54 refugiados, incluindo 50 que foram contratados como entregadores do provedor de logística Deutsche Post. Os executivos da empresa dizem que o principal problema é que os migrantes não possuem qualificações profissionais e conhecimento da língua alemã.

De acordo com o Departamento Federal do Trabalho, o nível educacional dos migrantes recém-chegados na Alemanha é bem mais baixo do que o esperado: apenas um quarto tem diploma do ensino médio, ao passo que três quartos não têm nenhuma formação profissional. Somente 4% dos recém-chegados à Alemanha são altamente qualificados.
Por ora a grande maioria dos migrantes que entraram na Alemanha em 2015 e 2016 estão sob tutela do estado alemão. Contribuintes alemães pagaram aproximadamente US$23,4 bilhões de ajuda aos refugiados e candidatos a asilo em 2016 e irão pagar um montante mais ou menos igual em 2017.

Um documento do Ministério da Fazenda revelou que a crise migratória pode acabar custando aos contribuintes alemães US$101 bilhões de hoje até 2020. Cerca de US$27,73 bilhões seriam gastos em programas sociais como seguro desemprego e apoio à habitação. Cerca de US$6,15 bilhões seriam destinados a cursos de línguas e US$4,96 bilhões para a integração dos refugiados no mercado de trabalho.

A migração em massa também aumentou a demanda por habitação, pressionando para cima os custos de locação para os alemães comuns. Cerca de 350.000 novos apartamentos são necessários a cada ano para atender a demanda, mas apenas 245.000 apartamentos foram construídos em 2014 e 248.000 em 2015, segundo o Rheinische Post.

Enquanto isso, os migrantes cometeram 208.344 crimes em 2015, segundo um relatório da polícia. Este número representa um salto de 80% em relação a 2014, o que significa cerca de 570 crimes cometidos por migrantes a cada dia, todos os dias, ou seja: 23 crimes a cada hora, entre janeiro e dezembro de 2015.

Um documento vazado da inteligência alemã alertou que a migração em massa do mundo muçulmano terá como consequência o aumento da instabilidade política no país. O documento alertou que "será impossível integrar centenas de milhares de imigrantes ilegais dados os enormes contingentes envolvidos e as sociedades paralelas muçulmanas já existentes na Alemanha". O documento acrescenta:

"Estamos importando o extremismo islâmico, antissemitismo árabe, conflitos nacionais e étnicos de outros povos, bem como um entendimento diferente de sociedade e lei. As agências de segurança alemãs não têm condições de lidar com estes problemas de segurança importados e as consequentes reações da população alemã".

Em entrevista concedida ao jornal Die Welt, um funcionário do alto escalão de segurança, que não quis se identificar, assinalou:

"A entrada em massa de pessoas dos mais diferentes cantos do planeta levará nosso país à instabilidade. Ao permitir esta migração em massa estamos gerando extremistas. A sociedade inserida no contexto da maioria da população está se radicalizando pelo fato do grosso da nação não querer a migração, que está sendo imposta pelas elites políticas. No futuro muitos alemães irão se afastar do estado de direito".

Um recente levantamento do YouGov constatou que 68% dos alemães acreditam que a segurança no país se deteriorou devido à migração em massa. Cerca de 70% dos entrevistados responderam que temem por suas vidas e pelos seus bens em estações de trens e metrôs na Alemanha e que 63% se sentem inseguros em grandes eventos públicos.

Uma pesquisa de opinião realizada pela INSA constatou que 60% dos alemães acreditam que não há lugar para o Islã na Alemanha. Quase metade (46%) dos entrevistados disseram estar receosos no tocante à "islamização" na Alemanha.

No entanto, se a eleição alemã fosse realizada hoje, Angela Merkel conquistaria facilmente mais um mandato de quatro anos como chanceler. Uma pesquisa de opinião realizada pela INSA encomendada pelo Bild em 2 de Fevereiro constatou que o Partido de Merkel, União Democrata-Cristã (CDU) ora no poder, venceria com 33% dos votos contra 27% para o Partido Social-Democrata de centro-esquerda (SPD) e 9% para o partido anti-imigração Alternativa para a Alemanha (AFD).

A Alemanha já compete com a França pela maior população muçulmana da Europa Ocidental.

O aumento da população muçulmana da Alemanha está sendo alimentado pela migração em massa. Estima-se que 300.000 migrantes chegaram à Alemanha em 2016, isso fora mais de um milhão que chegou em 2015. Pelo menos 80% (800.000 em 2015 e 240.000 em 2016) dos recém-chegados eram muçulmanos, de acordo com o Comitê Central de Muçulmanos da Alemanha.

Além dos recém-chegados, a taxa de crescimento da população muçulmana que já reside na Alemanha é de aproximadamente 1,6% ao ano (77.000), de acordo com dados extrapolados de um estudo realizado pelo Pew Research Center sobre o crescimento da população muçulmana na Europa.

Com base nas projeções do Pew, que foram proferidas antes da atual crise migratória, a população muçulmana da Alemanha chegaria a um número estimado de 5.145 milhões de pessoas até o final de 2015.

Adicionando os 800.000 migrantes muçulmanos que chegaram à Alemanha em 2015 aos 240.000 que chegaram em 2016, somados ao aumento natural de 77.000, a população muçulmana da Alemanha saltou 1.117.000, atingindo segundo estimativas 6.262.000 até o final de 2016. Isso equivale a aproximadamente 7,6% da população total da Alemanha de 82,8 milhões.

A população muçulmana da Alemanha poderá atingir 20 milhões já em 2020 segundo o presidente da Associação das Municipalidades Bávaras (Bayerische Gemeindetag), Uwe Brandl. Sua previsão se baseia nas assim chamadas reunificações familiares — pessoas cujos pedidos de asilo serão aprovados irão subsequentemente trazer em média de quatro a oito membros da família para a Alemanha.

Há mais de uma década o historiador Bernard Lewis alertou que, se as propensões migratórias atuais continuarem, a Europa será islâmica até o final do século XXI. As elites políticas da Alemanha estão na vanguarda de tornar essa previsão uma realidade.


Traduzido por Joseph Skilnik do Original em inglês: Germany's Muslim Demographic Future
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter: http://twitter.com/juliosevero Facebook: http://www.facebook.com/pages/Blog-Julio-Severo/185623904807430


sábado, 11 de fevereiro de 2017

“BENIGNIDADE: UM ESCUDO PROTETOR CONTRA AS PORFIAS





Lição 07                                                                               12 de Fevereiro de 2017


ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical



“BENIGNIDADE: UM ESCUDO PROTETOR CONTRA AS PORFIAS

Texto Áureo:

“Antes, sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo”.
Efésios 4.32


Leitura Bíblica em Classe
Colossenses 3.12 - 17



Objetivo Geral: - Mostrar que a benignidade é um aspecto do fruto do Espírito e que a porfia é obra da carne.

1.             Reconhecer que a benignidade se fundamenta no amor;

2.             Mostrar que a porfia se fundamenta na inveja e no orgulho;

3.             Explicar os porque precisamos nos revestir de benignidade.



§    Introdução:  – Na lição de hoje estudaremos mais um aspecto do fruto do Espírito, a benignidade e mais um aspecto das obras da carne, a porfia.  Veremos que o crente cheio do Espírito tem um coração benigno e procura ter relacionamentos saudáveis, evitando discussões, disputas e polêmicas. O conselho de Paulo a Timóteo foi para que ele fugisse das discussões, polêmicas e debates acerca da lei, pois tais discussões são inúteis e não acrescentam nada à fé dos irmãos (Tt 3. 9).


Nota: Estarei preparando a minha Lição baseada nos versículos da lição em Classe: Colossenses 3. 12 - 17.



f            Colossenses 3. 12: No versículo 10, Paulo declara que nos revestimos do novo homem. Agora ele sugere alguns meios práticos para implementar essa nova condição à nossa vida diária. Antes de tudo, ele se dirige aos colossenses como eleitos de Deus, uma alusão ao fato de que foram escolhidos por Deus em Cristo antes da fundação do mundo. A graça de Deus que nos elegeu é um dos mistérios da revelação divina. Cremos que as Escrituras ensinam claramente que Deus, como soberano, escolheu homens que haviam de pertencer a Cristo, mas não cremos que tenha escolhido outros para a condenação. Tal ensinamento é contrário às Escrituras. Assim como cremos na eleição da graça de Deus, cremos também na responsabilidade humana. Deus não salva ninguém contra a vontade deste.  A mesmíssima Bíblia que diz: “... eleitos, segundo a presciência de Deus” também diz: “Aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”.

Em seguida, Paulo se dirige aos colossenses como santos e amados. Santos quer dizer que fomos santificados, isto é, postos à parte do mundo a fim de viver para Deus. Quanto à nossa posição, somos santos, e devemos ser santos também em nosso viver. Somos o objeto do amor de Deus, e isso gera em nós o desejo de lhe agradar de todas as maneiras.

Agora Paulo descreve as graças cristãs das quais devemos fazer uso como se fossem vestimentas. Ternos de afetos de misericórdia falam de um coração compassivo. Bondade fala de um espírito não egoísta, que tem prazer em ajudar os outros. Trata-se de uma atitude de afeição, de boa vontade. Humildade é a atitude de quem aceita o lugar baixo e de quem estima o outro mais que a si mesmo. Mansidão e longanimidade não significam fraqueza, antes falam da capacidade de negar a si mesmo e de andar em graça para com todos.

Se humildade representa a “ausência de vaidade”, então mansidão seria “a ausência de paixão”. Longanimidade diz respeito à paciência diante da provocação e de prolongadas ofensas. Ela combina a alegria com uma atitude benéfica para com os outros e também com a perseverança no sofrimento.


f            Colossenses 3. 13: - Suportando-vos uns aos outros.  Essas palavras têm o sentido de aturar com paciência as faltas e maneiras estranhas de nossos irmãos na fé. Na lida com nossos compatriotas, é natural que se descubram suas falhas. Há momentos em que só pela graça de Deus conseguimos aturar as idiossincrasias dos ouros, e também deve ser difícil para eles aturar-nos, mas devemos suportar uns aos outros.  Perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixas contra outrem.  São poucas as disputas entre o povo de Deus que não poderiam ser resolvidas rapidamente, caso os interessados quisessem seguir essas injunções. Devemos estar prontos a perdoar os que nos ofendem. Quantas vezes já não ouvimos a seguinte queixa: “Mas foi ele que me ofendeu...”.  É exatamente numa situação como essa que devemos saber perdoar. Se o outro não nos tivesse ofendido, não haveria necessidade de perdão. Quando somos nós os ofensores, então quem tem a obrigação de ir pedir perdão somos nós. Ser paciente sugere a atitude de não se deixar ofender. O perdão indica a atitude de quem não quer guardar ressentimento. Dificilmente encontraremos maior incentivo para o perdão fora desse versículo. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós. Como foi que Cristo nos perdoou? Ele  nos perdoou sem ter motivo algum, e devemos também agir assim. Ele nos perdoou livremente, e devemos fazer o mesmo. Ele nos perdoou e não quis mais se lembrar de nossas ofensas, e essa também deve ser nossa atitude. Devemos seguir o exemplo de nosso bendito Senhor tanto na maneira de perdoar quanto no alcance do perdão.


f            Colossenses 3. 14: - Entende-se o amor aqui como uma vestimenta colocada por cima de outra roupa ou um cinto que cinge todas as outras virtudes, de maneira a facilitar o caminho para a perfeição.  É o amor que sustenta as demais virtudes, formando uma perfeita simetria. É possível manifestar algumas das virtudes mencionadas sem ter amor no coração.  Por isso, Paulo enfatiza a necessidade de fazermos tudo em espírito de genuíno amor para como os irmãos. Nossas ações não devem ser feitas de mau grado, mas devem nascer de uma afeição verdadeira do coração. Os gnósticos consideravam o conhecimento o vínculo da perfeição, porém Paulo corrige esse ponto de vista insistindo em que o amor é o vínculo da perfeição.



f            Colossenses 3. 15: - A paz de Cristo deve servir de árbitro em nosso coração. Diante de uma dúvida, devemos fazer a seguinte pergunta ao nosso íntimo: “Será que indo por este caminho encontrarei paz? ”; ou: “Será que terei paz no coração se continuar a agir dessa maneira? ”.


Esse versículo é de grande ajuda quando procuramos a orientação do Senhor. Se o Senhor deseja de fato que você siga determinado caminho, ele com certeza lhe dará paz enquanto andar nele. Se você não sentir paz nesse caminho, então deve abandoná-lo. Alguém disse: “Quando tudo está escuro, convém ficar onde está e esperar que venha a luz”.


Cristo nos chamou para que desfrutemos sua paz, como indivíduos ou como igreja. Não se deve minimizar a importância da última parte do versículo: à qual, também, fostes chamados em um só corpo.  Uma das maneiras de ter paz é viver isolados dos demais cristãos, porém não é esse o propósito de Deus. Ele coloca os solitários em famílias. O intento de Deus é que sejamos congregados em igrejas locais. Embora a convivência com outros cristãos às vezes ponha à prova nossa paciência, é dessa maneira que Deus consegue desenvolver em nós virtudes cristãs que não poderiam ser produzidas de outra maneira.  Por isso, não devemos deixar de cumprir nossas responsabilidades na igreja local, muito menos abandoná-las quando estivermos irritados ou aborrecidos.  Em vez disso, devemos procurar viver de modo compatível com nossos companheiros de fé e ajudá-los em tudo quanto fazermos ou dizemos.

E sede agradecidos.  Essa expressão aparece repetidas vezes nas epístolas de Paulo. Devia haver fortes razões para isso. Espíritos agradecidos devem ser considerados de máxima importância pelo Espírito de Deus, e acreditamos que seja! É importante não somente na vida espiritual, mas também na vida física da pessoa. Os médicos descobriram agora o que a Bíblia ensina há muito tempo – que o espírito alegre e a atitude de agradecimento na mente da pessoa são benéficos para o corpo e que a ansiedade, a depressão e o hábito de reclamar prejudicam a saúde. Costumamos pensar que o espírito de agradecimento é resultado de nossas circunstancias imediatas, mas aqui Paulo ensina que se trata de uma graça que devemos cultivar. Ser agradecidos é nossa responsabilidade. Temos mais razão para ser agradecidos que qualquer outro povo do mundo. (Cf. Dt 33. 29). A falha não está na ausência de motivos para agradecer, e sim no egoísmo de nosso coração.


f    Colossenses 3. 16: -  Nem todos concordam com a pontuação do versículo 16. Na língua original em que o NT foi escrito, não havia nenhuma pontuação, e na realidade é justamente ela que muitas vezes determina o sentido do que se escreveu. Nesse caso, sugerimos a seguinte pontuação: Habite ricamente em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria; louvando a Deus com salmos e hinos e cânticos espirituais, com gratidão em vosso coração.


Assim, temos três seções nesse versículo: Esta é a primeira. Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo. Aqui, a palavra de Cristo são os ensinamentos de Jesus encontrados na Bíblia. À medida que nosso coração e nossa mente forem inundados por sua santa palavra e procurarmos andar em obediência a ela, a palavra de Cristo estará à vontade em nosso coração.


Na segunda seção, lemos: instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria. Nesse sentido, todo cristão tem responsabilidade para com seus irmãos e irmãs em Cristo. Instruí-vos diz respeito à doutrina, enquanto aconselhai-vos se refere mais aos deveres cristãos. Temos a obrigação de compartilhar com nossos irmãos o conhecimento que temos das Escrituras e de procurar ajuda-los com conselhos práticos da parte de Deus. Se os ensinamentos e conselhos forem dados em sabedoria, por certo haverá mais aceitação do que quando falamos de modo autoritário, sem sabedoria ou sem amor.


Na terceira, seção vemos que os salmos, e hinos, e cânticos espirituais devem ser cantados ao Senhor com gratidão, em nosso coração. Os salmos são aquelas poesias inspiradas que se encontram no livro que traz esse título.  Eram cantados no culto dos israelitas a Deus. Já os hinos são reconhecimentos geralmente como cânticos de louvor e adoração dirigidos a Deus Pai ou ao Senhor Jesus Cristo.


Esses hinos não são inspirados, não no mesmo sentidos em que os salmos são. Cânticos espirituais são poesias religiosas que descrevem a experiência cristã. Eis um exemplo:


Quando acaso falte aos homens Paz, ou gozo, ou proteção,
Poderão com fé chegar-se para Deus em oração.

Joseph (Trad.: Stuart E. McNair).


Tendo à disposição esses variados tipos de canções, é possível cantar ao Senhor com gratidão, em vosso coração. Talvez seja um bom momento para dizer que o cristão deve usar de discernimento com respeito ao tipo de música que utiliza. Grande parte da música dita “cristã” de hoje é leviana e sem valor, e muitas são contrárias às Escrituras. Algumas adoram o estilo da música pop e do rock, trazendo descrédito ao nome de Cristo.


O versículo 16 é muito parecido com Efésios 5. 18, 19, onde lemos: “Não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais”. Em Colossenses 3. 16, a diferença principal está no fato de que, em vez de dizer: “Enchei-vos do Espírito”, Paulo diz: Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo. Isso quer dizer que estar cheio do Espírito e estar cheio da palavra de Cristo são ambos necessários para viver uma vida alegre, útil e abundante. Não podemos estar cheios do Espírito sem estar cheios da Palavra, e o estudo da palavra de Deus não surtirá efeito se não entregarmos todo o nosso ser ao controle do Espírito Santo. Seria correto, então, concluir que estar cheio do Espírito é o mesmo que estar cheio da palavra de Deus? Não se trata de uma crise emocional e misteriosa que nos acometa, mas de uma alimentação contínua das Escrituras, dia após dia, meditando nelas, sendo guiados por elas e obedecendo aos seus ensinamentos.


f     Colossenses 3. 17: -  No versículo 17, temos uma regra aplicável a todas as circunstâncias da vida. Seguindo essa regra, o cristão pode também julgar o próprio comportamento.  Hoje em dia, os jovens têm grande dificuldade para distinguir o certo do errado, mas se conseguirem decorar esse versículo terão uma chave para resolver seus problemas. O grande teste nesses casos é: “Posso fazer isso em nome do Senhor Jesus? Isso que vou fazer contribuirá para a glória de Cristo? Posso contar com sua benção? Ficaria ele contente se me apanhasse fazendo isso no momento de sua vinda? ”.  Convém observar que esse teste deve ser aplicado tanto às nossas palavras quanto às nossas obras. A obediência a esse mandamento enobrecerá nossa vida. É um segredo precioso para o cristão aprender a fazer tudo como sendo para o Senhor e para sua glória. Mais uma vez, o apóstolo acrescenta a frase dando por ele graças a Deus Pai.  Graças! Graças! Graças! É uma obrigação perpetua daqueles que foram salvos pela graça e estão destinados às cortes do Céu.



Conclusão: - O crente precisa se revestir de benignidade.


Aula Elaborada, pela professora,
 Pra. Maria Valda – ADMEP





Material Pesquisado:
William MacDonald – Comentário Bíblico Popular – Novo Testamento.