segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

MALAFAIA: “NOMEIA O MORO PARA O STF”

MALAFAIA: “NOMEIA O MORO PARA O STF” PARA SUBSTITUIR TEORI ZAVASCKI NA LAVA JATO

Silas Malafaia e Magno Malta se manifestam sobre a campanha na internet pedindo a nomeação de Sérgio Moro para o lugar de Teori Zavascki como relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. Para ambos, o juiz estaria impedido de assumir a função
Por Will R. Filho -

23 de janeiro de 2017



 
A tragédia que envolveu o Ministro do Supremo Tribunal Federal e relator da operação Lava Jato, Teori Zavascki, tem sido motivo de muita polêmica em torno da ação de combate a corrupção mais famosa e complexa do mundo. A vaga para um novo relator no STF tem feito a população se manifestar pedindo a nomeação do juiz Sérgio Moro, na esperança de que a operação não seja prejudicada e as investigações continuem. Entre as pessoas que pedem Moro para o STF, está Silas Malafaia, que já fez a cobrança ao Presidente Temer:
“Se Temer quer honrar o exemplo de honestidade, nomeia o Moro para o STF. Ele que substitui o relator da Lava Jato no STF”, disse o ‏@PastorMalafaia em 19 de janeiro.
Todavia, a indicação de Sérgio Moro para ocupar a vaga de ministro no lugar de Teori esbarra no fato de que por ter sido o principal responsável no julgamento dos processos na primeira instância, Moro estaria impedido de assumir a relatoria no Supremo, como explicou o Senador Magno Malta em um vídeo gravado por ele e divulgado em sua página no Facebook:

Mesmo assim, Silas Malafaia acredita que a nomeação de Sérgio Moro deve acontecer por uma questão de reconhecimento pelo trabalho do magistrado na primeira instância; “Mesmo o moro sendo impedido, por regras processuais, de ser o relator da lava jato no STF, merece ser nomeado pelos relevantes serviços. ”, afirmou Malafaia também no Twitter.
Em outra ocasião, porém, Malafaia gravou um vídeo e publicou na sua conta do Youtube, reconhecendo o impedimento de Moro como relator da Lava Jato no STF; “…ele não pode ficar com os processos da Lava Jato, segundo as regras processuais, porque ele já atuou na primeira instância. Que pena! Esse era o cara. ”
O pastor lamenta e cobra do Presidente Temer, que também afirmou no Twitter ser “covarde” e “omisso” caso decidisse não fazer a nomeação de um Ministro para ser o relator da operação. Temer, por outro lado, que já foi citado em delações da Lava Jato, com receio de ser acusado de interferir e influenciar o julgamento do processo, preferiu fazer a nomeação do novo Ministro só depois que a Presidente do STF, Carmem Lúcia, decidir qual será o procedimento a respeito do caso.

Fonte: https://noticias.gospelmais.com.br/malafaia-nomeia-o-moro-para-o-stf-para-substituir-teori-zavascki87905.html?utm_source=notification


NOS CARVALHAIS DE MANRE

NOS CARVALHAIS DE MANRE

Resultado de imagem para NOS CARVALHAIS DE MANRE


Texto:  - Gênesis 13.14-18

14. “E disse o Senhor a Abrão, depois que Ló se apartou dele: Levanta agora os teus olhos, e olha desde o lugar onde estás, para o lado do norte, e do sul, e do oriente, e do ocidente; 15. Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre. 16. E farei a tua descendência como o pó da terra; de maneira que se alguém puder contar o pó da terra, também a tua descendência será contada. 17. Levanta-te, percorre essa terra, no seu comprimento e na sua largura; porque a ti a darei. 18. E Abrão mudou as suas tendas, e foi, e habitou nos carvalhais de Manre, que estão junto a Hebrom; e edificou ali um altar ao Senhor”. 

Introdução: - Abraão, o grande patriarca do povo de Deus, chamado de amigo de Do Eterno e pai da fé, fato que os judeus, muçulmanos e cristãos não descordam, pois nas três maiores religiões do mundo Abraão é o pai da fé.

Era Abraão filho de Terá, e seu pai era um fazedor de imagens (Js-4:2). Segundo o Talmud e o Midrash, Abraão todas as vezes que olhava para aquelas imagens dizia em seu coração, “deve haver uma Deus maior do que essas imagens”, e realmente ele estava certo. Contam os sábios Judeus que certa vez, Terá, seu pai partiu para uma viagem, mas antes ele chama seu filho Abrão e lhe dá uma incumbência, cuidar das imagens e dar comida a elas. Mas quando Terá volta ele se dirige até ao local onde ficavam as imagens e vê uma grande imagem no canto da sala que segurava um taco de madeira e todas as outras imagens menores quebradas. Então ele pergunta a Abraão o que teria acontecido, veja o diálogo:

Meu pai, fiz tudo conforme me disseste, mas quando dava de comer as imagens menores, aquela maior, tomando o pedaço de pau em suas mãos veio e quebrou todas as outras menores. Mas seu pai não acreditou e disse:
Como pode isso ser verdade Abrão, se esta imagem tem mãos e não se mexe, tem olhos e não vê, tem pernas e não anda? No que de pronto respondeu Abrão:
Se tudo que o senhor meu pai disse é verdade, então porque acredita nelas? E naquele dia Terá, pai de Abraão se converteu ao único e verdadeiro Deus de todo o universo.
Porém, como nós, Abraão teve seus momentos difíceis, pois já fazia muito tempo que havia deixado sua família e obedecido a voz de Deus, saindo errante em busca da promessa de ser pai de um grande povo e possuir uma terra que mana leite e mel. E é sobre momentos difíceis que quero falar nessa mensagem.

A SEPARAÇÃO DE ABRAÃO E LÓ
A partir do capítulo 13, Abraão vê a necessidade de se separar de seu amado sobrinho Ló, e diz para Ló: “Escolhe, se fores para a direita eu irei para a esquerda, e se fores para a esquerda eu irei para a direita (Gn 13. 9) ”, mostrando Abraão ser uma pessoa não avarenta ou ambiciosa. Mas Ló olha e escolhe as campinas verdejantes do Jordão que era toda bem regada, e ali Ló estendeu suas tendas com as cidades de Sodoma e Gomorra, mas Abraão vai para as terras de Canaã a um lugar providenciado por Deus.

Quando Deus chamou Abraão a sair de sua parentela, Ele não disse que era para que Ló fosse junto, mesmo sabendo da amizade entre tio e sobrinho, mesmo reconhecendo a união entre os dois, mas Deus havia chamado a Abraão que na ocasião ainda era Abrão. Muitas vezes queremos levar conosco coisas e pessoas que não podem fazer parte daquilo que Deus tem para nossas vidas. Muitos se casam e vão morar com os pais ou com os sogros, ao invés de obedecerem a palavra de Deus e construírem suas próprias vidas. A ida de Ló junto com Abrão não estava na vontade de Deus, mas passou a estar na permissão de Deus, e devemos sabe r que melhor é fazer a vontade de Deus. Mas com o tempo logo um problema se instaurou entre os empregados, pastores de Ló e os homens de Abrão, levando o tio a tomar uma decisão mais drástica, a separação, e é bem verdade que devemos nos separar de tudo aquilo que não é da vontade de Deus para podermos chegar de forma mais rápida até as nossas bênçãos e atingir o ápice da vontade de Deus.

Logo após a separação de Ló e Abrão, Deus aparece a seu servo e faz uma promessa a Abrão lhe dizendo que até onde seus olhos alcançarem Ele daria a Abrão e sua descendência (Gn, 13:14-17). Quando nos separamos daquilo que não é a vontade de Deus então nossos ouvidos começam a ouvir mais a voz do Senhor e novas promessas começam a vir para nossas vidas.

Após ouvir as palavras do Eterno, Abrão decide se mudar para um outro local que a bíblia indica e nomeia de Carvalhais de Manre, que estava junto a Hebrom e ali levantou um altar ao Senhor Deus Eterno.

Aquele local seria um marco na vida de Abraão, mas o inimigo sempre vai tentar nos afastar do caminho que Deus nos colocou para que não recebamos as maiores bênçãos de Deus. Foi assim com Abrão e não é diferente para conosco.
A PRISÃO DE LÓ
Quando Abrão já estava instalado nos Carvalhais de Manre, ele vê uma grande guerra se formar, uma guerra sanguinária e extremamente horrível, pois cinco reis se rebelaram contra um rei maldoso chamado Quedorlaomer rei de Elão, que as oprimia e as dominava e foram as cidades de Sodoma, Gomorra, Admá, Semeber e Zoar, perdedoras e os mantimentos e bens de Sodoma e Gomorra foram levados, entre os cativos de Sodoma estava Ló e toda sua família, e logo a notícia chegou aos ouvidos de Abrão, que vendo seu querido sobrinho naquela condição logo separou 318 homens de guerra para salvar a Ló e assim o fez, libertando toda a família de Ló, sua família e todo o seu povo das garras do rei e Elão, Quedorlaomer.

E derrotou Abrão a Quedorlaomer e libertou o rei de Sodoma, que lhe foi grato querendo dar a Abrão um pagamento com o prêmio, mas um homem de Deus que é sensível a voz e a vontade do Eterno nada pega da mão do Rei de Sodoma, isso para nos ensinar que quem recompensa o servo do Eterno é o Senhor Eterno. Isso nos ensina que existem coisas que não podemos nos conformar e sim nos levantarmos e irmos à luta, pois covardes jamais sentiram o gosto verdadeiro da vitória.
A TRISTEZA DE ABRÃO DE NÃO TER UM FILHO
Ainda morando nos Carvalhais de Manre, vemos no capítulo 15 o Eterno confortar o coração de Abrão lhe dizendo que lhe daria sim um filho, como já havia dito, pois neste contexto Abrão estava desolado, já quase sem esperança, pois todos os dias nasciam crianças no meio de seus servos e sua esposa não engravidava, e com isso foi vendo Abrão que os dias iam passando e ele não tinha um herdeiro para que seu nome fosse lembrado.

Muitas vezes nos entristecemos por não vermos nossos sonhos ou nossos projetos realizados, e isso vai nos deixando cabisbaixos, entristecidos fazendo com que um desânimo invada nossos corações, mas isso não pode durar muito tempo, pois temos as promessas do Eterno a nosso favor.

Tão logo Deus reanima Abrão lhe dizendo que sua tristeza iria chegar ao fim com a chegada de um herdeiro, acontece que um sacrifício é feito a Deus. Somos cristão ignorantes, pois temos a bíblia a nossa disposição e não fazemos como praticar seus ensinamentos. Veja que todas as vezes que Deus fala Abrão faz um sacrifício a Deus, e nós ouvimos mensageiros ministrarem a palavra de Deus nos púlpitos, na internet, na televisão e no rádio, e até mesmo em mensagens como esta, e sem mesmo nos conhecerem eles lançam palavras proféticas e nós falamos em nossos corações “eu recebo! ”, mas na hora de fazer o sacrifício a Deus, ele não acontece, e assim continuamos na espera, e por isso muitos morrem sem receberem suas tão sonhadas bênçãos e milagres.

O PROBLEMA ENTRE SARAI E AGAR
Os dias passam e ainda nos Carvalhais de Manre Sarai esposa de Abrão dá sua serva Agar, a Egípcia, para se deitar com Abrão e lhe dar um filho em seu nome e isso causou um grande problema na vida de Abrão, pois tão logo Agar se engravida uma briga familiar se instala dentro da casa de Abrão, pois Sara começa a atormentar a vida da serva egípcia, chegando ao ponto de Agar fugir para o deserto. Com certeza Aquilo não era a vontade de Deus, mas em sua eterna bondade Ele permitiu mais uma vez que acontecesse, e vemos que esse erro até hoje podemos ver o resultado no confronto entre judeus descendente de Isaque, e muçulmanos descendentes de Ismael que se atracam no oriente.
Devemos estar firmes na palavra e dela jamais nos desviarmos, nem para a esquerda e nem para a direita, pois é ela que vai nos sustentar no futuro bem próximo. Quando passamos a ouvir nossos corações deixamos de atender o coração do Eterno.
UM DIA DIFÍCIL
Certo dia nos Carvalhais de Manre no capítulo 18, logo no primeiro versículo vemos que Abraão já quase sem forças psicológicas para tantas lutas e a desilusão de ainda não ter um filho se assenta na porta de sua tenda no maior calor do dia, isso era no sol do meio dia, o momento mais quente do dia cerca de 45º a sombra era um sinal do s limites humanos. Mas porque Abraão não entrou na tenda, mas preferiu ficar do lado de fora, se no interior da tenda ele estaria abrigado do grande calor? Porque ficar do lado de fora se Sara estava do lado de dentro?

Abraão estava vivendo dias difíceis. Abrão sabia que seu problema estava dentro da tenda, não que o problema fosse Sara, sua esposa, mas sempre quando algo em nossas vidas dá errado, procuramos culpar alguém menos nós mesmos. Mas a bíblia diz que Deus havia falado com Abrão e não com Sarai, então ele agora passa por uma crise de existência, e nessa crise ele está questionando ao Senhor. Nós, como homens falhos, também fazemos isto, de forma que desacreditamos na palavra de Deus. Veja que toda vez que Abraão olhava para sua agora velha esposa, ele recordava das palavras de Deus, mas nunca deixou de ser um amigo de Deus, pois já algumas promessas se haviam cumprido na vida de nosso patriarca, mas a grande e mais valiosa ainda não tinha acontecido, ter um filho, aquele que levaria seu nome.
Agora no maior calor do dia, um desânimo pega Abraão, dentro da tenda uma esposa velha e infértil, embora ainda a amasse, e do lado de fora a solidão e o calor, em cima Deus, e em baixo a terra que ele deveria possuir e em seus ouvidos a voz do diabo dizendo que Deus não iria cumprir a promessa, tentando fazer com que Abrão se desviasse.

O cenário estava pronto. Para o Eterno tudo era perfeito. Quando a sua vida parecer estar no sol do meio dia, e tudo parecer já não ter mais solução, Jeová entrará em cena, mas o importante é que estejamos firmes e com nossas tendas nos Carvalhais de Manre.
OS CARVALHAIS DE MANRE
Tudo isso e muito mais passou Abraão estando nos Carvalhais de Manre onde instalou suas tendas e fez sua morada, foi ali que travou batalhas e realizou sacrifícios e quase já sem forças parecendo que já não esperava uma saída que Abraão levanta os olhos e vê três homens que eram três anjos vindo em sua direção. Mas por que três anjos?

Uma grande verdade é que a escolha de Abraão em se instalar nos Carvalhais de Manre fez a diferença para toda a sua vida. Mas talvez você caro irmão leitor não se convenceu disso e eu lhe mostro o porquê da minha afirmativa. E para isso precisamos primeiramente conhecer o carvalho.
O CARVALHO
Dentre todas as criações de Deus está uma árvore chamada Carvalho. Essa árvore é usada pelos botânicos e geólogos com o um medidor de catástrofes naturais do ambiente. Quando querem saber o índice de temporais e tempestades ocorridas numa determinada floresta ou região, eles procuram e observam o carvalho quando existindo no local, pois esta árvore é naturalmente a árvore que mais absorve as consequências de temporais, ou seja, quanto mais temporais e tempestades o carvalho enfrenta, mais forte ele fica! Preste atenção. Diante as inúmeras tempestades as raízes do carvalho naturalmente se aprofundam mais na terra e seu caule se torna mais robusto, sendo impossível uma tempestade arrancá-lo do solo ou derrubá-lo! Mas não pense que os cientistas precisam fazer essas análises todas para saber isso! Basta apenas eles olharem para o carvalho. Por absorver as consequências das tempestades, a robusta árvore assume uma aparência disforme, como se realmente tivesse feito muita força. Muitas vezes o carvalho possui uma aparência triste! Cada tempestade para um carvalho é mais um desafio a ser vencido e não uma ameaça!

Numa grande tempestade, muitas árvores são arrancadas, mas o carvalho permanece firme! Assim era Abraão. Devemos tirar proveito das situações contrárias e nos tornarmos ainda mais fortes! Um pouco marcados é claro, mas jamais derrubados. Muitas vezes com aparência abatida, mas certamente fortes! Com raízes bem firmes e profundas na terra! Podemos, com isso, compreender o que a palavra de Deus quer nos ensinar nos mostrando que Abraão escolheu viver entre os Carvalhais de Manre, era sem dúvida que observemos os exemplos que o próprio Eterno nos deixou para que possamos ter grandes vitórias em nossas vidas.
Quando a palavra do Eterno nos ensina que podemos todas as coisas naquele que nos fortalece, ela está nos ensinando que devemos ser fortes e persistentes como o carvalho. Eu chego a acreditar que o rei Davi já havia percebido o porquê de Abraão ter escolhido os Carvalhais de Manre para morar que no Salmo 23 ele escreve: “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte eu não temerei mal algum, porque tu (O Eterno) estás comigo...”
Se você está passando por grandes lutas por estes dias, pense que (como o carvalho) é só mais uma tempestade que o tornará mais forte no dia de amanhã!

OS TRÊS ANJOS NOS CARVALHAIS DE MANRE
Nos Carvalhais de Manre Abraão tem uma das maiores experiências ministeriais de toda sua vida, quando ele já estava quase sem esperança vê três homens que na verdade eram três anjos caminhando em sua direção, aí eu te digo que quando tudo parecer perdido Deus ainda tem anjos para fazer aquilo que você não pode fazer.

Três coisas ainda deveriam acontecer na vida do servo do Eterno, Abraão, ainda residindo nos Carvalhais de Manre, porém estas três coisas estavam além das capacidades humanas de Abraão. Vem os que quando Ló foi preso Abraão foi e o libertou das mãos do inimigo, e quando Sara e Agar se agride Abraão toma decisões drásticas, quando a esperança está chegando ao fim Abraão se assenta debaixo do sol do meio dia talvez, para orar e buscar auxilio do Eterno, pois já era velho, mas em tudo isso ele não tirava seus olhos dos Carvalhos de Manre aprendendo com aquelas árvores com galhos torcidos e com as raízes profundas que abrigaram seu povo que nenhuma tempestade o faria desistir.
Porém agora três coisas estavam fora do alcance das capacidades de Abraão, então o Eterno envia a ajuda. Mas quais eram estas três coisas? Quais tarefas os três anjos realizariam? Qual a missão de cada um deles na vida do amado servo do Eterno? Como um homem com a capacidade intelectual e de fé inabalável precisava de anjos? Vejamos então.
A MISSÃO DO PRIMEIRO ANJO
Deus olhou do céu e viu grandes abominações em Sodoma e Gomorra e viu que aquelas cidades já não mais tinham salvação, pois seus habitantes haviam se contaminados pela ABOMINAÇÃO. Veja bem, existem pecados, transgressões, iniquidades, e para estes existe o perdão de Deus, mas a abominação é como o pecado contra o Espírito Santo, quem a pratica se torna insensível a voz de Deus e quando chega a esse ponto já não mais sente arrependimento daquilo que faz.

Sodoma e Gomorra iriam provar da ira de Deus, mas uma família estava lá e precisava de um socorro, era a família de Ló. A missão do primeiro anjo era dar a Ló e sua casa a salvação da morte eterna os retirando dali por um
caminho que só ele conhecia, e isso Abraão não poderia fazer.
A MISSÃO DO SEGUNDO ANJO
O segundo anjo estava junto ao primeiro e ambos foram juntos até Sodoma e Gomorra o primeiro para dar a Ló a salvação, e o segundo para realizar a destruição das cidades que se perderam nas abominações proibidas por Deus. O segundo anjo tinha a missão de trazer a destruição para as cidades trazendo chuva de fogo e enxofre para aquele lugar e todos morreram exceto aqueles que saíram com o primeiro anjo.

Hoje quem vai para aquele local pode perceber que nem praga rasteira nasce naquele local e um forte cheiro de enxofre predomina na áurea da região onde outrora fora Sodoma e Gomorra. Assim a missão do segundo anjo era a destruição de Sodoma e Gomorra e isso também Abraão não poderia fazer, levar o juízo de Deus somente Ele, o Eterno tem autoridade e poder.
A MISSÃO DO TERCEIRO ANJO


No capítulo 18 lemos que Ló recebe dois anjos em sua casa, mas sabemos que foram três os que se encontraram com Abraão. Então onde estaria o terceiro? E qual era sua missão?

O terceiro anjo foi aquele que veio com a missão de se fazer cumprir a promessa que o Eterno fizera a Abraão de que ele teria um filho com Sara sua esposa. E isso Abraão também não poderia fazer, pois somente o Eterno tem poder para trazer à existência aquilo que ainda não existe, somente Ele tem poder para chamar a vida o que ainda não tem vida ou que esteja morto. Sara sorriu da mensagem do anjo, mas Abraão não, pois ele andava com Deus e vivia nos Carvalhais de Manre, e aprendeu a suportar as maiores tempestades e acreditar que quando tudo parecer complicado, Deus virá a seu socorro e fará aquilo que para o homem é impossível, pois o Eterno é o Deus do impossível.

Conclusão: - Todas as vezes que nos deparamos com problemas em nossas vidas, observamos o quanto somos frágeis. As alegrias se vão e só fica a verdade de que somos impotentes para lidar com adversidades que surgem no decorrer de nossa existência. Deus nos deixa lições interessantes em sua criação para nos mostrar o contrário, que o homem foi criado forte e que essa força é sempre adquirida e absorvida das situações adversas.
Manre era um homem cananita cujo nome significa “Riqueza”, e aquele local talvez tenha recebido o nome Carvalhais de Manre, como uma referência àquele que provavelmente teria plantado aquelas árvores. Deus tem um local onde as mais ricas bênçãos sobrevirão em nossas vidas, por isso acredite no Deus de Abraão, de Isaque e Jacó, que fez os céus e a terra e que te colocou diante dessa mensagem.

Foi nos Carvalhais de Manre que Abraão se encontrou com Melquisedeque rei de Salém, cujo nome significa “rei justo”, que o abençoou grandemente. Era Melquisedeque um tipo de Cristo, ou seja, uma Teofania no velho testamento, pois por duas vezes ele usa a frase El Elion, que quer dizer “Deus soberano”, mostrando que ele não servia a nenhuma divindade Cananéia, mas ao mesmo Deus que Abraão chamou de Yavé.
Quero falar uma coisa para você que está lendo esta mensagem, “Deus não se esqueceu de você! ” Ele está apenas te testando, por isso não desonre a Deus! Ele chegará no sol do meio dia e virá a ti com a resposta. Saiba que ainda que o sol esteja forte, há um Deus assentado no trono celestial que está olhando por você, assim como Ele olhou para Abraão, Ele tem um “Carvalhais de Manre”, para cada um de nós.

Curiosidade:

O carvalho na foto abaixo é conhecido como Oak Angel (carvalho anjo), tem aproximadamente 1.500 anos de idade e é atração turística na Carolina do Sul, ganhou esse aspecto devido ter enfrentado muitas e incontáveis tempestades.
Autor: Alexandre Augusto 

sábado, 21 de janeiro de 2017

“O PERIGO DAS OBRAS DA CARNE”



ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical


“O PERIGO DAS OBRAS DA CARNE”

Texto Áureo:

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. ”
(Mt 26. 41)


Verdade Prática:

Oremos e vigiemos para que não sejamos surpreendidos pelas obras da carne.

Leitura Bíblica em Classe
Lucas 6.39 – 49


Objetivo Geral: - Explicar o perigo das obras da carne.

Objetivos Específicos: -

1.           Identificar o que é concupiscência da carne;
2.           Mostrar o que é um caráter moldado pelo Espírito;
3.     Saber que uma vida que não agrada a Deus vive segundo a carne e é infrutífera.


Introdução: - A palavra PERIGO nos remete ao estado de alerta. Ao estado de ATENÇÃO. Por quê? Porque estamos em uma constante luta travada: Carne x Espírito. Devemos prestar atenção, pois é um assunto falado muitas vezes na Bíblia, isto é, a palavra de Deus está chamando a nossa atenção para o cuidado com o perigo.


ð      Qual o motivo da diferente nomenclatura dada ao FRUTO do Espírito e OBRAS da carne? Ha diferença, pois tanto as suas respectivas origens como o produto, ou seja, o resultado final, são distintos entre elas.

ð       OBRAS = No original significa “ações, resultado de quem faz algo”. Portanto, isso está ligado a quem nós somos. Você não precisa de forças para fazer as obras da carne, são naturais e inerentes. Alguns mais, outros menos, mas o mundo anda indo de ladeira a baixo e seguindo muito bem o padrão das obras da carne.

ð         FRUTO = No original remete a algo que é “gerado, produzido”. Por isso Jesus nos comparou a ramos, pois o fruto não pertence ao ramo, mas a videira. Só estando conectado a Videira Verdadeira podemos dar fruto e fruto digno de arrependimento.

ð      Conhecendo o Inimigo: - Nosso maior inimigo não é o mundo, ou o Diabo através dos seus demônios, mas sim a nossa natureza adâmica que não some ou desaparece quando nos convertemos.

ð             “As obras da carne são manifestas, as quais são: ”

Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do ESPÍRITO e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o ESPÍRITO e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.

(1)  “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficas (cf. Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.

(2) “
Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).

(3) “
Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).

(4) “
Idolatria” (gr. eidololatria), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que DEUS e sua Palavra (Cl 3.5).

(5) “
Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria (Êx 7.11,22; 8.18; Ap 9.21; 18.23). 

(6) “Inimizades” (gr. echthra), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas.

(7) “
Porfias” (gr. eris), i.e., brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 1.11; 3.3). 

(8) “Emulações” (gr. zelos), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3). 

(9) “Iras” (gr. thumos), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8). 

(10) “Pelejas” (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17). 

(11) “Dissensões” (gr. dichostasia), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de DEUS (Rm 16.17). 

(12) “Heresias” (gr. hairesis), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1Co 11.19). 

(13) “Invejas” (gr. fthonos), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos. 

(14) “Homicídios” (gr. phonos), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas. 

(15) “Bebedices” (gr. methe), i.e., descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante. 

(16) “Glutonarias” (gr. komos), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes. 

As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em JESUS e participa dessas atividades iníquas exclui-se do reino de DEUS, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9).


ð             O que é concupiscência:
Definição = Desejo forte, desejo desenfreado, cobiça, estimulo para o pecado da natureza humana. Em GL 6.8 Paulo nos advertiu sobre a consequência de quem semear na carne, ou seja, na velha natureza. Só uma força sobrenatural pode vencê-la, você sozinho não consegue.

1.1.
Concupiscência da carne - (I Jo 2.15-17): Abrange o imediatismo. A satisfação pessoal e momentânea. Comer, beber, sexo fútil. Segue a “lógica” da ética hedonista.

1.2.
Concupiscência dos olhos: - Abrange a cobiça pelas conquistas materiais, a ambição negativa pelo ter ao invés do ser. Por essa concupiscência muitas pessoas abandonam a Deus para tornar-se escravos do trabalho, sendo assim sem tempo para família, para aproveitar o dom da vida e principalmente para dedicar tempo e disposição para as coisas de Deus.
1.3. A soberba da vida: - Abrange a ambição não do ter, mas do ser. É a busca exagerada pelo reconhecimento. Soberba, arrogância, prepotência.... Pode ser letal, pois tem sido comumente encontrado tanto nas igrejas como no mundo.
ð             Foi assim com Eva (Gn 3.6)
ð             Foi assim com Jesus (Mt 4. 1-10) –  c3’
ð             E é assim com todo servo do Senhor Jesus. (I Jo 2.15-17).

II.   A DEGRADAÇÃO DO CARÁTER CRISTÃO
1.           O que é caráter?
ð             Definição = Caráter é um conjunto de características e traços relativos à maneira de agir e de reagir de um indivíduo ou de um grupo. É um feitio moral. É a firmeza e coerência de atitudes. O conjunto das qualidades e defeitos de uma pessoa é que vão determinar a sua conduta e a sua moralidade, o seu caráter. Os seus valores e firmeza moral definem a coerência das suas ações, do seu procedimento e comportamento. Uma pessoa conhecida como "sem caráter" ou "mau caráter", geralmente é qualificada como desonesta, pois não apresenta firmeza de princípios ou de moral. Por outro lado, uma pessoa "de caráter" é alguém com formação moral sólida e incontestável. O caráter quando é forte, não se deixa levar por alguma proposta de uma via mais fácil para a realização de algo. Mesmo se naquele momento parece ser o melhor caminho a seguir, é o caráter que vai determinar a escolha do indivíduo.

O caráter é manifestado através dos nossos valores, atitudes, motivações e sentimentos. A verdade é que nada compromete mais a pregação do evangelho do que quando existe incoerência na mensagem que pregamos e a vida que vivemos. O fruto do Espírito evidência o caráter de Cristo em nós.
2.    Manifestação do caráter: -
ü   A maneira como lidamos com o dinheiro, revela muito do nosso caráter.
ü      A maneira como lidamos com quem faz mais sucesso que a gente. (Principalmente se for um liderado) revela muito do nosso caráter.
ü      A forma como lidamos com o sexo oposto revela muito do nosso caráter.
ü          A maneira que tratamos quem não tem nada para nos oferecer, ou que estão em posição “inferior” a nossa (Jesus esteve com ricos, pobres, miseráveis e qual foi a reação dele? Nunca houve em Jesus acepção de pessoas) revela muito do nosso caráter.
ü   Os conteúdos das nossas conversas informais revelam muito do nosso caráter.
ü   A maneira como nos comportamos quando ninguém está vendo revela muito do nosso caráter. (Exemplo de José quando foi tentado sexualmente e todos os empregados não estavam lá naquele momento).
A espessura do seu caráter vai resultar na dimensão e na longevidade da responsabilidade do que você pode carregar.

ð             Três funções básicas do espírito humano:

1)           Intuição é a capacidade de o espírito conhecer algo sem qualquer influência exterior, da mente ou da emoção. As revelações de Deus e todas as ações do Espírito Santo nos sãos transmitidas por meio da intuição no espírito (1Jo 2.20, 27). A intuição normalmente se manifesta como uma “impressão”, isto é, uma sensação ou pensamento no nosso íntimo, uma “voz suave”, muito sutil. “Eu só sei que sei, mas não sei como sei…” (Jo 3.8) Mas é preciso que a alma esteja aquietada e atenta para poder perceber a intuição que vem do Espírito Santo para o nosso espírito.
ð             A intuição se manifesta através de dois mecanismos:
a)           O impulso para que façamos algo, ainda que a nossa mente não entenda ou não se agrade daquilo;
b)          O constrangimento para não fazermos algo, ainda que à nossa mente lhe pareça razoável e até goste da ideia.

2)
    Consciência é a capacidade de o espírito discernir entre o certo e o errado, independentemente dos critérios da mente (Is 30.21). É o senso de moralidade que Deus inculcou em todo ser humano. É o que leva o criminoso a ocultar seus atos, ainda que estes o beneficiem, e o que leva a pessoa honesta a corrigir algo, ainda que lhe seja prejudicial. Há muita coisa que a nossa mente aprova, mas a consciência reprova.

3)
    Comunhão é intimidade com Deus; é ser um com Ele (1Co 6.17; Ef 2.18,22). Deus não pode ser percebido pelos nossos pensamentos ou emoções. É somente na comunhão do espírito que podemos nos unir a Deus e adorá-lo (Rm 1.9). A verdadeira adoração a Deus só pode expressar-se quando a alma se submete às ações da comunhão em nosso espírito. Em Lc 1.46-47 vemos que Maria pode adorar a Deus porque, antes, seu espírito se havia alegrado nEle (note a mudança do tempo verbal: “engrandece”, “se alegrou) ”. Qualquer tentativa de adorar a Deus pelas emoções e esforços da alma é pura hipocrisia religiosa que em vez de agradar a Deus, desperta sua indignação (Is 1.14; Am 5.21; Ap 3.16).
ð             Três funções básicas da alma:
1)  Mente é a sede do entendimento racional, nossa “central de processamento de dados”. É onde reside nossa capacidade intelectual, nossa habilidade para pensar, ponderar sobre informações e chegar a conclusões lógicas a partir das mesmas, através do pensamento.

2) 
 Vontade é a sede das nossas decisões, nosso poder de escolha, nosso livre-arbítrio, nossa “central de comando”. Corpo e espírito estão sujeitos à vontade da alma. A vontade nos impulsa à ação, nos motiva a tomar certas atitudes e comportamentos. Através dela podemos decidir nos submeter à direção do espírito ou resistir a ele e sufocá-lo completamente. Podemos optar por nos sujeitar aos impulsos carnais ou resistir aos mesmos. Talvez a atitude mais nobre e também a mais difícil para um cristão é renunciar à vontade própria e decidir cumprir a vontade de Deus, ainda que tenha que sofrer por tomar tal decisão (Jo 5.30; Lc 22.42). Isso é crucificar o ego.

3)    Emoção é a sede dos sentimentos, o “tempero” ou “colorido” da nossa vida. É a forma como reagimos a certos estímulos externos ou internos, que podem ser pensamentos, imagens mentais ou circunstâncias e acontecimentos da vida. As emoções definem nosso estado de ânimo e normalmente repercutem tanto no corpo (alteração da respiração, circulação e transpiração) como também na mente (estado mental de empolgação ou depressão). As emoções mais intensas podem desorganizar e até bloquear as funções intelectuais e a razão. Portanto, é preciso estar sempre atento, voltado para o espírito (de onde provém a verdadeira sabedoria) para não tomar decisões com base nas emoções apenas.
ð             Três funções básicas do corpo:
1)    Recepção é a capacidade do corpo de captar informações do mundo exterior, através dos cinco sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar).
2)        Instinto é a capacidade do corpo de reagir automaticamente em resposta aos estímulos externos. Por exemplo: instinto de sobrevivência, o instinto de autodefesa, o instinto sexual, etc.

Nosso corpo tem vários sistemas orgânicos instintivos, cada qual cumprindo uma função específica, mas também   trabalhando de maneira maravilhosamente harmoniosa, a fim de manter-nos vivos (por exemplo, o sistema respiratório, o sistema digestivo, o sistema circulatório). Os instintos são automáticos e em si mesmo não são pecaminosos. Deus criou instintos bons, mas a queda do homem os degenerou. O instinto de sobrevivência, que inclui comer e beber, pode se degenerar em glutonaria e alcoolismo. O instinto de defesa, que inclui esquivar-se e proteger-se, pode se degenerar em ira e todo tipo de violência. O instinto sexual, que inclui reprodução e prazer com o cônjuge, pode se degenerar em adultério, prostituição, homossexualismo e sodomia.

3)           Expressão é a capacidade de o corpo externar os pensamentos, os sentimentos e as decisões da alma. Inclui a fala e a linguagem corporal.

3.
Viver segundo a carne ou espírito? Dar fruto ou ser espinheiro?
Ao exemplo do que Jotão disse, não podemos ser as duas coisas. Ou você é crente carnal, ou espiritual. Ou você dá fruto e é salvo, ou você é infrutífero e não herdará o reino de Deus. Ter dons espirituais não significa ser frutífero no reino de Deus, mesmo que se faça grandes coisas em seu nome. (Vá para revista).

          Lição Elaborada pela Professora:
Taiane Brito

ADMEP
 
Maria Valda

Pastora da ADMEP