sábado, 25 de junho de 2016

O FUTURO DA CRIAÇÃO



Departamento de Educação Cristã
Pastora, Maria Valda 
26 de junho de 2016


Lição 13

O FUTURO DA CRIAÇÃO
 Leitura Bíblica em Classe:
Isaías 65. 17 - 25


TEXTO ÁUREO

“E vi um novo céu e uma nova terra, porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe”.
 (Apocalipse 21, 1a)



Objetivos:

§    Compreender que, assim como o ser humano necessita ser redimido de seu pecado, os demais elementos da Natureza, que sofrem as consequências da Queda, necessitam de redenção também;

§    Entender que o desenvolvimento de regras e atividades conscientes, que visem a preservação do ecossistema, torna-se imperativo na pós-modernidade como ferramenta essencial à mordomia cristã;

§    Saber que, na consumação dos séculos, quando todas as coisas forem redimidas em Cristo, passaremos a viver em uma nova terra.



PALAVRA INTRODUTÓRIA: -

§    A Bíblia revela que o ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus para glorificá-Lo e para cuidar da Criação. O Senhor determinou que Adão e Eva se multiplicasse, enchessem a terra, dominassem sobre todos os animais (Gn 1. 28) e cultivassem o Éden (Gn 2. 15); mas além disso, também ordenou que não comessem da árvore do conhecimento do bem e do mal, pois, no dia em que dela comessem, certamente morreriam (Gn 2. 16, 17).


§    O primeiro casal, dando ouvidos à voz do inimigo, sob a forma de uma serpente, desobedeceu à ordem expressa de Deus (Gn 3. 1 -7); o pecado de Adão e a consequente queda da Primeira Aliança (Aliança Edênica) estabelecida no Éden trouxeram consequências devastadoras não apenas para a raça humana, mas para toda a Criação. (Gn 3. 1 7 – 19). A ordem benéfica, santa e perfeita que fazia com que os poderes dos céus e da terra permanecessem bons (Gn 1. 10, 12, 18, 21, 25, 31) foi estruturalmente abalada, de modo que, após a Queda, o mundo e tudo o que nele há tem enfrentado contínua degradação (Rm 8. 22).

§    Assim como Deus interfere na História, estabelecendo com os homens alianças com objetivo de salvá-los, Ele também deseja a redenção e a libertação de toda a Criação.

§    Nesta oportunidade, será possível compreender que os pactos de Deus não se restringem ao ser humano somente, mas estendem-se a todo o Universo.


I.         OS PACTOS DE DEUS E A CRIAÇÃO

Desde a gênese do Universo, o Eterno revela que já estreita relação entre Criação e Salvação: Observe que, nos pactos bíblicos, a Natureza é um importante personagem-agente que, de um modo ou de outro, inter-relaciona-se com o homem.

§    Aliança Edênica – O homem foi feito a partir do barro (Gn 2. 7), para cuidar de um jardim (Gn 2. 15) e para servir-se dos produtos da natureza e de outras criaturas (Gn 1. 29, 30; 2. 16).

§  Aliança Adâmica – A Natureza, cumprindo os desígnios divinos, passa a sofrer as consequências da Queda (Gn 3. 17, 18).

§    Aliança Noética -   Deus estabelece um pacto com Noé, seus descendentes e os animais: Ele não voltaria a destruir a Natureza por meio das águas de um dilúvio. Sua Criação não mais seria exterminada em consequência do pecado humano (Gn 9. 9 – 12).

§    Aliança Abraâmica – Infere-se que a benção de Deus sobre todas as famílias da terra estender-se-ia, também, a toda a Criação (Gn 12. 3; Rm 8. 19 – 21).

§   Aliança Mosaica – Na Torah, diversos trechos versam sobre os cuidados com a terra. Há também disposições relacionadas à preservação da fauna (Dt 22. 6, 7, 10) e da flora (Dt 20. 19, 20; 22. 9). A Lei Mosaica evidencia que nenhum elemento da Natureza pertence aos homens, mas, sim, a Deus (Dt 10. 14).

§    Aliança Davídica – O grande rei israelita entendia que a Criação é obra de Deus, que o louva e obedece (Sl 19. 1- 6), a despeito do pecado humano.

§  Nova Aliança – A Criação será finalmente redimida; homens e animais viverão em paz, conforme era no começo (Is 11. 6 -9; 65. 25).


1.1.     A Criação necessita ser Redimida


§    Adão levou a velha criação à ruína, da qual ele era senhor e cabeça. Cristo levará à unidade moral com Deus, e à vida eterna, toda a nova criação da qual Ele é o Senhor e Cabeça (Ef 1. 22 – 23). Até mesmo a criação animal e material, amaldiçoada por causa do homem (Gn 3. 17), será libertada por Cristo (Is 11. 6 – 9).

§    Paulo fala de três gemidos diferentes: o da Criação (v.22), o dos crentes (v. 23), e o do Espírito Santo (v. 26). A “Criação”, (isto é, a Natureza animada e inanimada) tornou-se sujeita ao sofrimento e às catástrofes físicas, por causa do pecado humano (v. 20). Deus, portanto, determinou que a própria Natureza será redimida e recriada.

§  Haverá Novo Céu e Nova Terra; uma restauração de todas as coisas, segundo a vontade de Deus (Ap 21. 1, 5), quando, então, os fiéis servos de Deus receberão sua plena herança (Rm 8. 14, 23). É a Sétima Metamorfose da Terra. (Ap 21. 2 - 8).


1.2.     O grande paradigma Moderno

As culturas de todo o mundo – incluindo as judaico-cristãs – respeitavam a Natureza e tinham-na em alta estima; porém, a partir da Revolução Industrial - (Séculos 18 e 19), esta visão foi transformada pelos interesses egoístas e mudou:  o homem passou a enxergar nela um meio de enriquecimento e de hegemonia bélica (para vencer os seus inimigos, muitos países passaram a produzir armas e tecnologia em larga escala).

§    Como cristãos, não podemos nos esquecer de que grande parte dos problemas climáticos e sociais observados na modernidade deve-se à obsessão e à ganancia humanas. O Brasil, especialmente, antes de crescer, precisa refletir sobre as consequências do desenvolvimentismo, pois, a mentalidade psicopatológica vigente, se não interrompida, levar-nos-á ao caos.

1.2.1.    Uma reflexão sobre o Capitalismo (capitalismo econ sistema econômico baseado na legitimidade dos bens privados e na irrestrita liberdade de comércio e indústria, com o principal objetivo de adquirir lucro).


Não se trata de demonizar o capitalismo hodierno, que visa ao consumo desenfreado como forma de autos sustentação. Contudo, precisamos, como filhos de Deus, refletir sobre o fato de que o crescimento econômico aqualquer custo exige, muitas vezes, a extração predatória dos recursos primários da Natureza; e esta realidade abre as portas para um caminho sem volta.

§   Precisamos conscientizar-nos de que o antropocentrismo, definitivamente, cerra as portas para a sustentabilidade.


II.      DOUTRINA DA MORDOMIA DA CRIAÇÃO


Deus colocou-nos mordomos de Sua Criação (Gn 2. 15); deste modo, todo o cristão tem o dever de cuidar e proteger a Natureza. Na Teologia, essa obrigação recebe o nome de Doutrina da Mordomia da Criação.

Não fomos postos neste planeta como proprietários dele, mas como seus serviçais: apesar de podermos usufruir de seus bens, temos a obrigação de guardá-lo e de fazê-lo prosperar.


2.1.     A relação que Deus estabelece com a Terra e a Natureza


O Espírito do Senhor dá a vida (Jó 33.4); é Ele quem sustenta o Universo pela palavra do Seu poder (Hb 1.3). Cada ser vivente, cada corpo celeste é amparado por Sua forte mão (Is 45. 5; Jó 37 – 40) e Seus olhos estão em todo lugar (Pv 15. 3); observando todo o mal que o homem faz às Suas obras. Foi Deus quem criou a Terra, não o homem (Gn 1.1). A Criação inanimada dá testemunho da soberania, do poder e do cuidado amoroso de Deus (Leão, 39. 39, 40; corvo, 38. 41; cabra montês, 39. 1 – 4; jumento selvagem, v. 5 – 8; boi selvagem, v. 9 – 12; avestruz, v. 13 – 18; cavalo, v. 19 – 25;falcão, v. 26, águia, v. 27 – 30). A Criação inanimada dá testemunho da soberania e do poder de Deus (terra, v. 4 – 7, 18;mar, v. 8 – 11, 16; sol, v. 12 – 15; mundo do além, v. 17; luz e trevas, v. 19, 20; clima, v. 22 – 30, 34 – 38; constelações, v. 31 – 33).   


2.2.     A relação que o homem deve estabelecer com a Terra e a Natureza

A Terra e os seres que nela habitam foram chamados à existência antes do homem. Ainda que tenhamos recebido a incumbência de lavrá-la e cultivá-la (Gn 2. 15), nossa forma de subsistência provém dela (Gn 1. 29, 30).


III.       O FUTURO DA CRIAÇÃO

Mas, o que acontecerá à Natureza se a destruição observada nos dias atuais não for interrompida?

O quadro global desenhado pela comunidade científica é de total desespero; no entanto, assim como em todos os pactos estabelecidos no transcurso da história da salvação, Deus reserva algo especial para a Natureza no dia da redenção de todas as coisas. (Rm 8. 19 – 21).

3.1.     A recriação redentora de Deus

O pecado deu oportunidade ao homem de fazer o mal e de ser tomado por ele, e essa condição é observada também no restante da Criação (Gn 3. 17b, 18; Rm 8. 22). O profeta Isaías, no entanto, faz-nos saber que há uma promessa para a Natureza tão bela quanto a promessa de redenção humana: o Autor da vida criará novos céus e nova terra (Is 65. 17 - 25).

Na consumação dos séculos, quando todas as coisas forem redimidas em Cristo, passaremos a viver em uma nova terra, juntamente com Ele. Nessa nova Criação, toda Sua glória será estabelecida; essa é a promessa do Apocalipse (Caps. 21; 22)


3.2.     Quatro coisas serão feitas nos Novos Céus e a Nova Terra:


3.2.1.             Deus destruirá a terra atual, (Sl 102. 25, 26; Is 34. 4; 51. 6; Ag 2. 6; Hb 12. 26 – 28; 2 Pe 3. 7, 10, 12);

3.2.2.             Deus criará novos céus e nova terra, (Is 51. 6; 65. 17; 66.22; Rm 8. 19 – 21; 2 Pe 3. 10 – 13; AP 21. 1 – 22 – 22. 6).

3.2.3.             Deus removerá todos os efeitos do pecado, (2 Pe 3. 13; Ap 21. 4; 22. 3, 15; Ap 21. 1 – 3);

3.2.4.             A nova terra se tornará o quartel-geral de Deus, (Ap 21. 1 – 13).


3.3.         Esta expressão, Novos Céus e Uma Nova Terra, só é encontrada quatro vezes as Escrituras, sendo usada duas vezes por Isaías (66. 17; 66. 22 – 24), uma vez por Pedro (2 Pe 3. 10 – 13) e uma vez por João (Ap 21. 1 – 22. 5). Fazer novos os céus e a terra é algo que se dará no fim do Milênio depois que toda a rebelião cessar na terra, todos os inimigos forem destruídos e Deus tiver se tornado tudo em todos novamente, como era antes do início da rebelião (Rm 8. 18 – 25; I Co 15. 24 – 28; Ef 1. 10; 2 Pe 3. 10 - 13; Ap 21 -  22).


Conclusão: - Por fim, não nos esqueçamos de que, por sermos mordomos, um dia, prestaremos conta de tudo quanto fizemos e deixamos de fazer; e isto inclui nossos atos relativos à Criação. Vamos reassumir nosso papel de administradores daquilo que Ele chamou à existência por graça e compaixão.


                                   Lição Elaborada por,
                                                                            Pastora, Maria Valda

                                                                                     ADMEP

Pastora, Maria Valda
Professora

quinta-feira, 23 de junho de 2016

EU SINTO MUITO... MAS PRECISO E VOU FALAR!

FELICIANO É AMEAÇADO DE MORTE POR CRITICAR TENTATIVA DE ATRIBUIR A CRISTÃOS A TRAGÉDIA DE ORLANDO

14 de junho de 2016
  
O atentado terrorista que matou 50 pessoas em uma boate gay de Orlando, Flórida (EUA), virou motivo de hostilização ao pastor Marco Feliciano (PSC-SP) após a publicação de Jean Wyllys (PSOL-RJ), que tentou atribuir a responsabilidade pela tragédia aos evangélicos brasileiros.
Feliciano comentou o atentado terrorista e lamentou a postura de representantes do ativismo gay brasileiro de atribuir a cristãos a morte dos jovens homossexuais.
“Triste a tentativa de grupos LGBTT de usar esta tragédia para se promover. Como se a razão deste ataque fosse apenas homofobia. Mas calaram-se em relação aos outros atentados. Sem contar o suporte dado pela esquerda (PT, PCDOB e Psol) para a Palestina governada pelo Hamas, um grupo terrorista, com quem Dilma disse que era preciso dialogar, e a quem o Brasil concedeu 30 milhões para a construção da 1ª embaixada da Palestina no mundo. Com direito a um terreno em área nobre em Brasília, contrariando a ONU e os EUA. Estes terroristas com quem a esquerda quer dialogar assassinam inocentes, tripudiam sobre seus cadáveres numa luta política insana”, pontuou o pastor.
Personalidades como o humorista Rafinha Bastos, o ator José de Abreu e o youtuber Felipe Neto seguiram a linha adotada por Jean Wyllys e atacaram Feliciano, motivando milhares de internautas a se posicionarem de forma agressiva, promovendo ameaças de morte (foto) ao pastor e estupro às suas filhas.
“Deputado: 50 gays mortos. Não é o senhor que está aproveitando essa oportunidade para promover o seu pensamento retrógrado? ”, questionou Rafinha Bastos.
O ator José de Abreu, petista e protagonista de um episódio recente de agressão com cusparada a uma divergente política, usou a rede social para xingar o pastor: “Você @marcofeliciano é um ANIMAL! ”.
O youtuber Felipe Neto afirmou que no “dia em que mais de 50 gays são assassinados, esse ser desprezível, verme, do Marco Feliciano discursa contra a comunidade LGBT. Animal”.
Em resposta, Feliciano compartilhou o link de uma notícia sobre a ação do terrorista Omar Mateen, que teria planejado atacar a Disney, mas desistiu da ação por causa do forte esquema de segurança, de acordo com as investigações em curso pelas autoridades norte-americana.
Posteriormente, gravou um vídeo dirigindo-se aos três e também ao deputado Jean Wyllys, lembrando que a morte de 150 mil cristãos em todo o mundo, vítimas da perseguição religiosa do Estado Islâmico nos últimos anos, vem sendo ignorada pela mídia. Assista:




Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/tragedia-orlando-feliciano-ameacado-morte-83295.html

“DEUS NÃO TE COLOCA EM SITUAÇÕES QUE NÃO POSSA"

“Deus não te coloca em situações que não possa contornar”, diz LeBron James sobre título da NBA

21 de junho de 2016

 

No último domingo, 19 de junho, aconteceu o último jogo da final da liga norte-americana de basquete (NBA), e o time vencedor foi o Cleveland Cavaliers, que tem como o principal atleta LeBron James, que foi eleito o jogador mais valioso das finais contra o Golden State Warriors.
Em sua entrevista após a premiação, James destacou que sua superação – e do time – era parte de um plano divino: “Eu dei tudo que eu tinha. Coloquei meu coração, meu sangue, meu suor e lágrimas para este jogo, e contra todas as probabilidades”, disse James em rede nacional de TV, fazendo referência à “virada histórica a partir de uma desvantagem de 3-1 contra o Golden State Warriors a ganhar o campeonato da NBA. Nenhuma equipe jamais se recuperou de uma margem de 3-1 para ganhar o título.
“Eu não sei por que queremos tomar o caminho mais difícil. Não sei por que o homem acima de mim dá o caminho mais difícil, mas o Homem lá em cima não o coloca em situações que você não possa contornar. E eu apenas mantive a mesma atitude positiva, ao invés de dizer ‘por que eu? ’, e dizendo ‘Isto é o que Ele quer que eu faça’”, acrescentou o jogador, de acordo com informações do Christian Examiner.
Esse foi o terceiro título da NBA de LeBron James, mas o seu primeiro pelo Cleveland Cavaliers, onde ele voltou a jogar depois de anos pelo Miami Heat – onde foi bicampeão. Nos últimos três jogos contra os Warriors, James obteve um desempenho inédito para um jogador da NBA na sua idade, marcando 41 pontos.
James não é tão bem conhecido por sua fé assim como outros jogadores como Stephen Curry, do Golden State Warriors, mas ele fez várias declarações nos últimos meses que chamaram a atenção da mídia para sua fé.
Em dezembro passado, quando ele foi perguntado se sua equipe iria jogar melhor quando dois jogadores lesionados voltaram, ele surpreendeu os repórteres, dizendo: “Eu espero que nós não pensemos assim. Nunca é assim. Quando você tiver os caras de volta, você se irá preparar apenas como se preparou antes. Há apenas um cara no mundo que tudo vai ficar bem quando Ele voltar, e esse é Jesus Cristo. Fora isso, você não pode confiar em ninguém para estar OK”.
Em 2010, quando o colega de profissão Rodney Stuckey sofreu uma convulsão, James reuniu os jogadores e orou aos “nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” pela cura dele.
 FONTE: http://noticias.gospelmais.com.br/lebron-james-deus-situacoes-nao-possa-contornar-83539.html

80 FAMÍLIAS CRISTÃS ...

MUÇULMANOS ATEIAM FOGO ÀS CASAS DE 80 FAMÍLIAS CRISTÃS POR CAUSA DE PLANOS PARA CONSTRUÇÃO DE IGREJA

22 de junho de 2016

Uma aldeia que abrigava uma comunidade cristã no Egito foi invadida e saqueada por extremistas muçulmanos, que atearam fogo às casas de 80 famílias que professam a fé em Jesus.
O ato violento de perseguição religiosa aconteceu na última sexta-feira, 17 de junho, na aldeia de Al-Bayda, após os extremistas terem tomado conhecimento de que uma pequena igreja estava sendo construída no local.
A entidade missionária Internacional Christian Concern (ICC) confirmou o ataque, de acordo com informações do portal Christian Post.
Mousa Zarif, um dos moradores da aldeia, testemunhou o ataque e relatou que o grupo de criminosos era grande: “Na sexta-feira à tarde, após a oração do meio-dia, uma grande quantidade de muçulmanos fanáticos se reuniu em frente à casa do meu primo, Naim Aziz – que ainda estava em construção – por causa de uma informação que se espalhou na aldeia, dizendo que este edifício seria transformado em uma igreja. Eles estavam gritando palavras de ordem contra nós. Algumas dessas frases diziam: ‘De maneira nenhuma deve haver uma igreja aqui’”, relembrou.
Os cristãos são uma minoria no Egito e de acordo com a ICC, os fiéis da aldeia Al-Bayda não têm igrejas próximas, e precisam caminhar mais de 6 Km para chegar ao templo mais próximo.
Os extremistas destruíram todos os materiais de construção que estavam na propriedade de Azis e o espancaram, antes de incendiarem todas as casas de cristãos na aldeia, obrigando seus proprietários a fugirem.
“Estamos de coração partido e frustrados pela comunidade cristã em Al-Bayda e pelo terror que sofreram. As autoridades policiais e governamentais no Egito não podem permitir que esses ataques permaneçam impunes, porque as vítimas são de uma minoria religiosa”, disse William Stark, gerente regional da ICC. “É inexplicável que as vítimas desses ataques tenham sido acusadas de crimes, enquanto os autores continuam a gozar de total impunidade. Isso continua a mostrar como cristãos do Egito são tratados como cidadãos de segunda classe. Apelamos às autoridades egípcias para garantirem que a justiça seja feita e que as comunidades cristãs como esta sejam protegidas de outros ataques no Egito”, acrescentou. Ore pela Igreja Perseguida.

 FONTE: 
http://noticias.gospelmais.com.br/muculmanos-ateiam-fogo-casas-80-familias-cristas-83587.html

“VOCÊ APRENDE COISAS TERRÍVEIS NA IGREJA”,


As coisas estão cada vez piores, para o lado da Igreja!
Sinal visível, que Jesus estar voltando!
Eu creio assim!
“VOCÊ APRENDE COISAS TERRÍVEIS NA IGREJA”, DIZ ESTUDIOSO, ATRIBUINDO CULPA DO ATENTADO EM ORLANDO A CRISTÃOS
21 de junho de 2016

Ilan Meyer
As tentativas de atribuir a raiz da homofobia do terrorista muçulmano de Orlando ao cristianismo vêm ganhando cada vez mais ares de cruzada. Especialistas em comportamento social e orientação sexual, novamente, citam a fé cristã e sua convicção de que a prática homossexual é pecado como exemplo primário de disseminação de ódio.
O caso mais recente foi o do pesquisador Ilan Meyer (foto), que se dedica a temas ligados à orientação sexual e políticas públicas relacionadas a isso, com estudos na Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
“Você pode aprender coisas terríveis ao ir à igreja toda semana”, disse Meyer, em entrevista à BBC. Segundo ele, mesmo que a religião não seja homofóbica, é possível que a abordagem dos líderes religiosos torne a pessoa alguém intolerante com homossexuais.
As notícias em torno do massacre de Orlando são claras: Omar Mateen era um muçulmano que, em seus últimos momentos de vida jurou lealdade ao grupo extremista Estado Islâmico, logo após ter matado 49 pessoas e ferido outras dezenas. Momentos depois, tirou a própria vida. Relatos de testemunhas e pessoas que foram próximas a ele dão indícios de que ele mesmo poderia ser um homossexual não assumido, pois mantinha perfis em aplicativos dedicados à paquera entre homossexuais, e era frequentador da boate que ele mesmo atacou.
Genevieve Weber, especialista em aconselhamento de pessoas afetadas por homofobia internalizada e professora da Universidade Hofstra, em Nova York, afirma que esse pode ser um caso de homofobia internalizada. “Apesar de não ser comum, não é inédito que uma pessoa seja violenta com gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros (LGBT) por causa de um dilema interno próprio”, afirmou.
Mas o pesquisador Ilan Meyer argumenta que as mensagens de reprovação a respeito da homossexualidade podem vir de diversas áreas da sociedade: “Infelizmente, é um conceito bastante simples. Todos aprendemos quais são as convenções sociais. Aprendemos sobre o estigma e o preconceito direcionado a certos grupos desde muito cedo. Então, quando uma pessoa começa a se reconhecer como gay ou lésbica, essa negatividade já está presente”.
Na cruzada midiática para atribuir culpa aos cristãos por um crime cometido por um muçulmano e provável homossexual não assumido se fez presente no comentário feito por Meyer à emissora britânica: “Muitas religiões não são homofóbicas. Mas, em alguns casos, se você é uma pessoa religiosa e ouve mensagens negativas repetidamente de pessoas que são renomadas em sua comunidade, pode ser uma lição muito dolorosa. Isso certamente ocorre na comunidade cristã evangélica dos Estados Unidos, por exemplo, onde você pode aprender coisas terríveis ao ir à igreja toda semana”, acusou.
A forma como a mídia vem distorcendo o caso até o ponto de sempre chegarem aos cristãos como fonte de ódio a homossexuais tem sido abordada por diversos líderes evangélicos, no Brasil e no mundo.
O escritor David French publicou um artigo nos Estados Unidos denunciando o uso dessa tragédia como forma de iniciar uma guerra contra as convicções cristãs naquele país.
Aqui no Brasil, o pastor Silas Malafaia também destacou que parte da mídia vem agindo de forma a denegrir a comunidade evangélica, que tanto se opõe aos temas mais polêmicos do mundo pós-moderno, como aborto, casamento gay e legalização das drogas.

FONTE:http://noticias.gospelmais.com.br/orlando-estudioso-atribui-culpa-atentado-cristaos-83545.html

terça-feira, 21 de junho de 2016

NOVO CÉU, NOVA TERRA

O FUTURO DA CRIAÇÃO


Departamento de Educação Cristã
Pastora, Maria Valda 
26 de junho de 2016


Lição 13

O FUTURO DA CRIAÇÃO
 Leitura Bíblica em Classe:
Isaías 65. 17 - 25


TEXTO ÁUREO

“E vi um novo céu e uma nova terra, porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe”.
 (Apocalipse 21, 1a)



Objetivos:

§    Compreender que, assim como o ser humano necessita ser redimido de seu pecado, os demais elementos da Natureza, que sofrem as consequências da Queda, necessitam de redenção também;

§    Entender que o desenvolvimento de regras e atividades conscientes, que visem a preservação do ecossistema, torna-se imperativo na pós-modernidade como ferramenta essencial à mordomia cristã;

§    Saber que, na consumação dos séculos, quando todas as coisas forem redimidas em Cristo, passaremos a viver em uma nova terra.



PALAVRA INTRODUTÓRIA: -

§    A Bíblia revela que o ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus para glorificá-Lo e para cuidar da Criação. O Senhor determinou que Adão e Eva se multiplicasse, enchessem a terra, dominassem sobre todos os animais (Gn 1. 28) e cultivassem o Éden (Gn 2. 15); mas além disso, também ordenou que não comessem da árvore do conhecimento do bem e do mal, pois, no dia em que dela comessem, certamente morreriam (Gn 2. 16, 17).


§    O primeiro casal, dando ouvidos à voz do inimigo, sob a forma de uma serpente, desobedeceu à ordem expressa de Deus (Gn 3. 1 -7); o pecado de Adão e a consequente queda da Primeira Aliança (Aliança Edênica) estabelecida no Éden trouxeram consequências devastadoras não apenas para a raça humana, mas para toda a Criação. (Gn 3. 1 7 – 19). A ordem benéfica, santa e perfeita que fazia com que os poderes dos céus e da terra permanecessem bons (Gn 1. 10, 12, 18, 21, 25, 31) foi estruturalmente abalada, de modo que, após a Queda, o mundo e tudo o que nele há tem enfrentado contínua degradação (Rm 8. 22).

§    Assim como Deus interfere na História, estabelecendo com os homens alianças com objetivo de salvá-los, Ele também deseja a redenção e a libertação de toda a Criação.

§    Nesta oportunidade, será possível compreender que os pactos de Deus não se restringem ao ser humano somente, mas estendem-se a todo o Universo.


I.         OS PACTOS DE DEUS E A CRIAÇÃO

Desde a gênese do Universo, o Eterno revela que já estreita relação entre Criação e Salvação: Observe que, nos pactos bíblicos, a Natureza é um importante personagem-agente que, de um modo ou de outro, inter-relaciona-se com o homem.

§    Aliança Edênica – O homem foi feito a partir do barro (Gn 2. 7), para cuidar de um jardim (Gn 2. 15) e para servir-se dos produtos da natureza e de outras criaturas (Gn 1. 29, 30; 2. 16).

§  Aliança Adâmica – A Natureza, cumprindo os desígnios divinos, passa a sofrer as consequências da Queda (Gn 3. 17, 18).

§    Aliança Noética -   Deus estabelece um pacto com Noé, seus descendentes e os animais: Ele não voltaria a destruir a Natureza por meio das águas de um dilúvio. Sua Criação não mais seria exterminada em consequência do pecado humano (Gn 9. 9 – 12).

§    Aliança Abraâmica – Infere-se que a benção de Deus sobre todas as famílias da terra estender-se-ia, também, a toda a Criação (Gn 12. 3; Rm 8. 19 – 21).

§   Aliança Mosaica – Na Torah, diversos trechos versam sobre os cuidados com a terra. Há também disposições relacionadas à preservação da fauna (Dt 22. 6, 7, 10) e da flora (Dt 20. 19, 20; 22. 9). A Lei Mosaica evidencia que nenhum elemento da Natureza pertence aos homens, mas, sim, a Deus (Dt 10. 14).

§    Aliança Davídica – O grande rei israelita entendia que a Criação é obra de Deus, que o louva e obedece (Sl 19. 1- 6), a despeito do pecado humano.

§  Nova Aliança – A Criação será finalmente redimida; homens e animais viverão em paz, conforme era no começo (Is 11. 6 -9; 65. 25).


1.1.     A Criação necessita ser Redimida


§    Adão levou a velha criação à ruína, da qual ele era senhor e cabeça. Cristo levará à unidade moral com Deus, e à vida eterna, toda a nova criação da qual Ele é o Senhor e Cabeça (Ef 1. 22 – 23). Até mesmo a criação animal e material, amaldiçoada por causa do homem (Gn 3. 17), será libertada por Cristo (Is 11. 6 – 9).

§    Paulo fala de três gemidos diferentes: o da Criação (v.22), o dos crentes (v. 23), e o do Espírito Santo (v. 26). A “Criação”, (isto é, a Natureza animada e inanimada) tornou-se sujeita ao sofrimento e às catástrofes físicas, por causa do pecado humano (v. 20). Deus, portanto, determinou que a própria Natureza será redimida e recriada.

§  Haverá Novo Céu e Nova Terra; uma restauração de todas as coisas, segundo a vontade de Deus (Ap 21. 1, 5), quando, então, os fiéis servos de Deus receberão sua plena herança (Rm 8. 14, 23). É a Sétima Metamorfose da Terra. (Ap 21. 2 - 8).


1.2.     O grande paradigma Moderno

As culturas de todo o mundo – incluindo as judaico-cristãs – respeitavam a Natureza e tinham-na em alta estima; porém, a partir da Revolução Industrial - (Séculos 18 e 19), esta visão foi transformada pelos interesses egoístas e mudou:  o homem passou a enxergar nela um meio de enriquecimento e de hegemonia bélica (para vencer os seus inimigos, muitos países passaram a produzir armas e tecnologia em larga escala).

§    Como cristãos, não podemos nos esquecer de que grande parte dos problemas climáticos e sociais observados na modernidade deve-se à obsessão e à ganancia humanas. O Brasil, especialmente, antes de crescer, precisa refletir sobre as consequências do desenvolvimentismo, pois, a mentalidade psicopatológica vigente, se não interrompida, levar-nos-á ao caos.

1.2.1.    Uma reflexão sobre o Capitalismo (capitalismo econ sistema econômico baseado na legitimidade dos bens privados e na irrestrita liberdade de comércio e indústria, com o principal objetivo de adquirir lucro).


Não se trata de demonizar o capitalismo hodierno, que visa ao consumo desenfreado como forma de autos sustentação. Contudo, precisamos, como filhos de Deus, refletir sobre o fato de que o crescimento econômico a qualquer custo exige, muitas vezes, a extração predatória dos recursos primários da Natureza; e esta realidade abre as portas para um caminho sem volta.

§   Precisamos conscientizar-nos de que o antropocentrismo, definitivamente, cerra as portas para a sustentabilidade.


II.      DOUTRINA DA MORDOMIA DA CRIAÇÃO


Deus colocou-nos mordomos de Sua Criação (Gn 2. 15); deste modo, todo o cristão tem o dever de cuidar e proteger a Natureza. Na Teologia, essa obrigação recebe o nome de Doutrina da Mordomia da Criação.

Não fomos postos neste planeta como proprietários dele, mas como seus serviçais: apesar de podermos usufruir de seus bens, temos a obrigação de guardá-lo e de fazê-lo prosperar.


2.1.     A relação que Deus estabelece com a Terra e a Natureza


O Espírito do Senhor dá a vida (Jó 33.4); é Ele quem sustenta o Universo pela palavra do Seu poder (Hb 1.3). Cada ser vivente, cada corpo celeste é amparado por Sua forte mão (Is 45. 5; Jó 37 – 40) e Seus olhos estão em todo lugar (Pv 15. 3); observando todo o mal que o homem faz às Suas obras. Foi Deus quem criou a Terra, não o homem (Gn 1.1). A Criação inanimada dá testemunho da soberania, do poder e do cuidado amoroso de Deus (Leão, 39. 39, 40; corvo, 38. 41; cabra montês, 39. 1 – 4; jumento selvagem, v. 5 – 8; boi selvagem, v. 9 – 12; avestruz, v. 13 – 18; cavalo, v. 19 – 25; falcão, v. 26, águia, v. 27 – 30). A Criação inanimada dá testemunho da soberania e do poder de Deus (terra, v. 4 – 7, 18; mar, v. 8 – 11, 16; sol, v. 12 – 15; mundo do além, v. 17; luz e trevas, v. 19, 20; clima, v. 22 – 30, 34 – 38; constelações, v. 31 – 33).   


2.2.     A relação que o homem deve estabelecer com a Terra e a Natureza

A Terra e os seres que nela habitam foram chamados à existência antes do homem. Ainda que tenhamos recebido a incumbência de lavrá-la e cultivá-la (Gn 2. 15), nossa forma de subsistência provém dela (Gn 1. 29, 30).


III.       O FUTURO DA CRIAÇÃO

Mas, o que acontecerá à Natureza se a destruição observada nos dias atuais não for interrompida?

O quadro global desenhado pela comunidade científica é de total desespero; no entanto, assim como em todos os pactos estabelecidos no transcurso da história da salvação, Deus reserva algo especial para a Natureza no dia da redenção de todas as coisas. (Rm 8. 19 – 21).

3.1.     A recriação redentora de Deus

O pecado deu oportunidade ao homem de fazer o mal e de ser tomado por ele, e essa condição é observada também no restante da Criação (Gn 3. 17b, 18; Rm 8. 22). O profeta Isaías, no entanto, faz-nos saber que há uma promessa para a Natureza tão bela quanto a promessa de redenção humana: o Autor da vida criará novos céus e nova terra (Is 65. 17 - 25).

Na consumação dos séculos, quando todas as coisas forem redimidas em Cristo, passaremos a viver em uma nova terra, juntamente com Ele. Nessa nova Criação, toda Sua glória será estabelecida; essa é a promessa do Apocalipse (Caps. 21; 22)


3.2.     Quatro coisas serão feitas nos Novos Céus e a Nova Terra:


3.2.1.             Deus destruirá a terra atual, (Sl 102. 25, 26; Is 34. 4; 51. 6; Ag 2. 6; Hb 12. 26 – 28; 2 Pe 3. 7, 10, 12);

3.2.2.             Deus criará novos céus e nova terra, (Is 51. 6; 65. 17; 66.22; Rm 8. 19 – 21; 2 Pe 3. 10 – 13; AP 21. 1 – 22 – 22. 6).

3.2.3.             Deus removerá todos os efeitos do pecado, (2 Pe 3. 13; Ap 21. 4; 22. 3, 15; Ap 21. 1 – 3);

3.2.4.             A nova terra se tornará o quartel-geral de Deus, (Ap 21. 1 – 13).


3.3.         Esta expressão, Novos Céus e Uma Nova Terra, só é encontrada quatro vezes as Escrituras, sendo usada duas vezes por Isaías (66. 17; 66. 22 – 24), uma vez por Pedro (2 Pe 3. 10 – 13) e uma vez por João (Ap 21. 1 – 22. 5). Fazer novos os céus e a terra é algo que se dará no fim do Milênio depois que toda a rebelião cessar na terra, todos os inimigos forem destruídos e Deus tiver se tornado tudo em todos novamente, como era antes do início da rebelião (Rm 8. 18 – 25; I Co 15. 24 – 28; Ef 1. 10; 2 Pe 3. 10 - 13; Ap 21 -  22).


Conclusão: - Por fim, não nos esqueçamos de que, por sermos mordomos, um dia, prestaremos conta de tudo quanto fizemos e deixamos de fazer; e isto inclui nossos atos relativos à Criação. Vamos reassumir nosso papel de administradores daquilo que Ele chamou à existência por graça e compaixão.


                                   Lição Elaborada por,
                                                                            Pastora, Maria Valda

                                                                                     ADMEP

Pastora, Maria Valda
Professora