segunda-feira, 16 de maio de 2016
sexta-feira, 13 de maio de 2016
O ADVENTO DO MESSIAS
Assembleia de Deus Ministério Estudando a Palavra
Pastora, Maria Valda
ADMEP
Tel. 21 3361-2047
O ADVENTO DO MESSIAS
Texto Áureo
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. (...) E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a Sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e verdade"
João 1.1,14
Texto Bíblico Básico
Isaías
61.1, 2; Lucas 4.16 - 21
“O MESSIAS
PROMETIDO”
Introdução: - O termo Messias vem do hebraico
Mashiah e significa "untar"
ou "ungir". Em Israel dava-se muita importância à unção para as
pessoas e para alguns objetos. Três ofícios de elevado conceito eram
consagrados pela unção: o de profeta (I Re 19.16); o de sacerdote (Lv 4.3); e o
de rei (I Sm 24.7-11). Havia também a unção para objetos tais como o
tabernáculo e os apetrechos sagrados que o compunham. Jesus, como Ungido de Deus, exerceu
os três ofícios.
I.
AS
PROFECIAS MESSIÂNICAS
A esperança messiânica é algo
alimentado há muito tempo pelos judeus, com base nos escritos proféticos de Isaías, Daniel, Jeremias, Miquéias e
Zacarias; assim como dos Salmos. Há também outros textos
encontrados na literatura intertestamentária (período entre Malaquias e Mateus), os quais reforçam esta
expectativa.
1.1. - A
profecia de Isaías - O profeta fala de um menino que ia nascer, cujas qualificações
pessoais não deixam dúvida de que se trata do Messias (Is 9.6, 7; Is
7.14; 40.1-3; compare com João 1.22, 23; Is 63.1; Rm 11.26, 27). Isaías não
deixa ninguém iludido quanto ao perfil do
Messias numa impressionante descrição (Is 53). Até as mentes mais
indispostas para aceitá-lo não poderiam ignorar um retrato tão perfeito do
Messias!
1.2. - A profecia de Jeremias - Ele profetiza que jamais
faltará sucessor para o trono de Davi (Jr 23.5; 33.14 - 17; compare com Daniel
7.14; Ap 11.15).
1.3. - A profecia de Miquéias - Descreve a cidade do
nascimento e a grandeza do seu senhorio (Mq 5. 2 - 4).
1.4. - O
Messias nos Salmos - Embora também o Messias seja conhecido como Jeová, há distinção
entre as duas Pessoas como aparece no Salmo 22.
1.5. - O
Anúncio a Maria - Quando o anjo Gabriel anunciou a Maria o nascimento de Jesus,
informou a ela que o menino seria filho do Altíssimo; que se assentaria no trono
de Davi e que seu reinado seria para sempre (Lc 1.31 - 33).
Não há menor sombra de dúvida que
todas as profecias bíblicas acerca do Messias se cumpriram em Jesus!
Foram 4.000 anos de história,
aproximadamente, escrita em 39 livros do Velho Testamento, anunciando o Seu
Advento.
II.
A DIMENSÃO
DO SACRIFÍCIO DE CRISTO
A morte de Jesus está descrita nos Quatro
Evangelhos. Se Jesus não houvesse morrido e ressuscitado, certamente
haveria uma religião fundada por ele, mas certamente, sem o efeito que
tem. Jesus não passaria de um precursor de religião, como tantos outros que
elaboraram um credo e se destacaram
por sua liderança carismática.
ü A morte e ressurreição de Jesus
completam toda a mensagem divina narrada no Antigo Testamento.
ü O povo da velha aliança
praticava todos aqueles rituais de sacrifícios exigidos pela lei.
ü A eficácia do ministério de
Jesus está no fato de ele haver cumprido satisfatoriamente a exigência do Pai,
consumando a obra de redenção do mundo na cruz do Calvário (Jo 19.30).
ü Jesus tinha plena consciência
de sua missão e Ele a transmitia. Além disso, há, nas Escrituras, muitas
profecias sobre a sua morte, a começar em Gênesis 3.15. Destacamos algumas:
2.1. - A profecia
do Salmo - O Salmo 22.1-21, escrito mil anos antes de Jesus ter nascido, retrata
com exatidão a cena da crucificação de Jesus. Nessa Salmo encontram-se as
palavras proferidas por Jesus no momento do seu suplício.
2.2.
- A profecia de Isaías - Isaías é conhecido como o evangelista do Antigo Testamento. Suas
esplêndidas profecias retratam Jesus no seu sofrimento, expressas numa
linguagem poética e irresistivelmente tocante ao coração. Só mesmo uma pessoa
muito apática para não se curvar ante à descrição do Servo Sofredor. O maior
lamento do profeta, no entanto, é que esta profecia não seria devidamente
acreditada: "Quem deu crédito à
nossa pregação?" (Is 53. 1).
Na
profecia Isaías descreve o Servo Sofredor de modo substituto e é a isso que a
expiação se presta. O sacrifício dos animais era substitutivo, daí serem
conhecidos como vicários (Is 53.5).
2.3. - A profecia
de Zacarias - Uma das mais extraordinárias
profecias sobre o sacrifício do Messias é a que diz respeito às marcas
guardadas nas suas mãos e que um dia serão exibidas diante daqueles que o
rejeitaram. Assim que Jesus retornar com a Igreja (Cl 3. 4), e adentrar à Velha
Cidade de Jerusalém pelas portas, exibirá as suas mãos e os judeus lhe
perguntarão: "Que feridas são essas
nas suas mãos? Dirá ele: são as
feridas com que fui ferido em casa de meus amigos" (Zc 13.6).
2.4. - A Consciência que Jesus tinha do seu sacrifício - Jesus tinha plena
consciência da sua missão na terra. No batismo, João o apresentou como o
Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1. 29). Jesus falava
abertamente sobre sua morte vicária (Mt 17. 22, 23; 20.17 - 19; Mc 14. 8, 24, 27;
Lc 9. 22). Entretanto, por mais que falasse sobre isso, os discípulos tinham
dificuldade de entender (Mt 16. 22; Mc 9. 32).
2.5.
- As
implicações da expiação. (a) a satisfação divina - A expiação satisfaz a
exigência divina acerca do pecado. Os sacrifícios prestados no Antigo
Testamento cumpriram, mais uma tarefa didática do que de satisfação.
Ø
Embora se repetissem, os sacrifícios - e eles não podiam cessar - o
coração de Deus permanecia intrigado por uma falta de correspondência.
Ø
Somente um sacrifício perfeito para aplacar a sua ira contra a
humanidade; esse sacrifício aconteceu (Hb 10. 9, 10).
Ø
O sacrifício de Jesus satisfez as exigências da Lei, bem como o a
justiça divina. (b) Sacrifício remidor. - Remir significa "comprar
de volta". Todo homem pertence a Deus por Criação, mas todos estão
sob a égide do príncipe deste mundo, obedecendo-lhes as instruções (Ef 2.2,3).
Ø
Assim como na cultura romana, um escravo foragido era resgatado mediante
pagamento por seu antigo proprietário, também, fomos resgatados da nossa vã
maneira de viver, mediante o pagamento efetuado por Cristo através do Seu
sangue (I Pe 1. 18, 19), tornando-nos propriedade exclusiva de Deus (I Pe
12.9). (c) sacrifício substitutivo, ou sacrifício vicário.
Ø Na cruz do Calvário Jesus tomou
o nosso lugar, fazendo- se exatamente aquilo que nós fomos: malditos
(Gl 3.13), afim de nos tornar semelhantes a Ele (II Co 3.18). (d)
sacrifício voluntário.
Ø
Jesus não morreu como mártir de uma causa nem mesmo foi apanhado de
surpresa. Sua morte seguia um plano divino. Enquanto não chegava a sua hora,
ele se esquivava de seus oponentes; quando, porém, chegou a hora, ele mesmo se
entregou (Jo 7.30).
2.6.
- Os
resultados da expiação - Nenhum homem se salvaria por suas obras de justiça, por maiores
que elas fossem; e ainda que esse todos os seus bens, não possuiria valor para
pagar pelo resgate de sua alma (Sl 49.8). Do mesmo modo como o sacrifício de
Cristo é completo, suficiente e definitivo para o homem, aquele que rejeita
este sacrifício pagará pelos seus pecados eternamente no inferno, sem poder
jamais sair de lá. (a) O sacrifício de Cristo justifica. O
sacrifício de Cristo isenta o homem de toda culpa do pecado, tornando-o
inocente (Ef 1. 7; II Co 5. 17,21). (b) o sacrifício de
Cristo purifica. Além de conferir perdão, o sangue de Jesus tem o
poder de no s purificar (I Jo 1.7). (c) O sacrifício de Cristo nos
inclui na Nova Aliança. Deus estabeleceu alianças com seu povo no
passado; porém a melhor aliança é a atual (Hb 7.22; 8.6). O sacrifício de Jesus
nos inclui nesta aliança remindo pessoas de todas as raças e classes sociais,
fazendo de todos um novo povo, que goza comunhão com ele (I Co 11.25). (d).
Garante o homem para a vida eterna. O que mais um ser humano
poderia desejar? Que recompensa maior na vida poderia alguém desfrutar do que
receber um prêmio gigantesco que lhe garantisse a possibilidade de jamais
morrer, nunca sentir dor, ou tristeza ou qualquer preocupação (Ap 21.4), num
lugar maravilhoso e se ter que pagar nada por essa condição? (Jo 3.14-16).
Conclusão: - Glória, pois, a Deus que enviou à Terra Seu
Filho Unigênito, prometido no Éden (Gn 3. 15), para morrer na cruz por nossas
muitas transgressões (Jo 15. 13).
Elaborada pela Professora,
Maria
Valda – Pastora da
ADMEP
FONTE DE PESQUISA
Revista
Semeando a Palavra "Cristologia" - Ministério IDE
http://ebdbelasartes.blogspot.com.br/2016/04/galera-de-cristo-04-jesus-o-ungido-de.html
http://ebdbelasartes.blogspot.com.br/2016/05/licao-07-o-advento-do-messias.html
http://ebdbelasartes.blogspot.com.br/2016/05/licao-07-o-advento-do-messias.html
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NUNCA TIVE TANTAS ALEGRIAS E LUTAS AO MESMO TEMPO...
MAS, VALEU A PENA...
PORQUE VIMOS A GLÓRIA DE DEUS QUANDO CANTÁVAMOS, NOS NOSSOS ENSAIOS...
ÉRAMOS CONVIDADOS PARA MUITOS LUGARES,
ONDE QUANDO CANTÁVAMOS A GLÓRIA DE DEUS SE MANIFESTAVA..
ÉRAMOS CONVIDADOS PARA MUITOS LUGARES,
ONDE QUANDO CANTÁVAMOS A GLÓRIA DE DEUS SE MANIFESTAVA..
DEUS SE REVELAVA PARA NÓS EM PROFECIA...
DEUS TRATAVA CONOSCO...
DEUS NOS ABENÇOOU DE MANEIRA SOBRENATURAL...
ELE CURAVA...
BATIZAVA COM O ESPÍRITO SANTO...
DEUS TRATAVA CONOSCO...
DEUS NOS ABENÇOOU DE MANEIRA SOBRENATURAL...
ELE CURAVA...
BATIZAVA COM O ESPÍRITO SANTO...
O SENHOR TINHA UMA LIBERDADE SEM LIMITE!
E POR ISSO, ELE PODIA OPERAR!
JESUS, QUANTA SAUDADE DESSE TEMPO!
PARECIA QUE IA SER SEMPRE ASSIM...
INFELIZMENTE, NÃO FOI!
HOJE, SÓ NOS RESTA A SAUDADE!
NOSSO MAESTRO INESQUECÍVEL, ISAÍAS ARAÚJO...
FAZIA O MELHOR, E EXIGIA DE NÓS TAMBÉM O MELHOR.
![]() |
| Maestro, Isaías de Araújo, saudades! |
quinta-feira, 12 de maio de 2016
JESUS E AS MULHERES
JESUS E AS MULHERES
LUCAS
8.1-3 - Havendo
passado esses acontecimentos, caminhava Jesus por todos os povoados e cidades
proclamando as boas novas do Reino de Deus, e os Doze estavam com Ele. E também
algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e doenças:
Maria, conhecida como Madalena, de quem haviam saído sete demônios; Joana,
esposa de Cuza, administrador da casa de Herodes; Susana e muitas outras. Essas
mulheres cooperavam no sustento deles com seus bens.
A posição da mulher na sociedade judaica
• "Na sociedade hebraica, a mulher comum tinha uma posição
secundária e era legalmente considerada parte da propriedade de um homem (Gn
31.14,15).
•
Normalmente, as filhas não recebiam nenhuma herança quando
seu pai morria (Nm 27. 1-8). Diferencialmente
vemos as filhas de Jó recebendo herança, porque seu pai teve um encontro muito
profundo com Deus (Jó 42.15)
• As sinagogas do primeiro século mantêm registros somente de homens.
Homens e meninos podiam entrar nas sinagogas para adorar, mas para as mulheres
e meninas havia uma divisória separada onde era permitido que elas se
sentassem.
Salvação. A tradição afirmava que as mulheres não tinham
direito à salvação por seus próprios méritos. A única esperança de salvação era
se unir a um devoto homem judeu. As prostitutas eram excluídas porque não
tinham esse vínculo, e viúvas precisavam ter sido casadas com um judeu piedoso
para ter esse privilégio.
Associação em público. Um homem era proibido de falar com uma
mulher em lugares públicos. Um rabi deveria ignorar uma mulher em público,
mesmo se ela pacientemente persistisse em busca de algum urgente conselho
espiritual.
Responsabilidade pelo pecado. Em um enterro, as mulheres caminhavam
à frente do caixão. Elas eram consideradas responsáveis pelo pecado e, por
isso, encabeçavam a procissão, levando a culpa pelo que havia acontecido. Os
homens, não se sentindo responsáveis, caminhavam atrás do corpo.
Impureza. As mulheres eram consideradas cerimonial e
socialmente impuras durante seu período menstrual. Durante sua menstruação,
elas eram isoladas. Até mesmo aos membros da família não era permitido chegar
perto para não serem contaminados.
Gravidez como chave de valor. Aos olhos da sociedade, o valor
de uma mulher estava vinculado a sua habilidade de dar à luz. A esterilidade
era um estigma social terrível. A responsabilidade da mulher era dar à luz
bebês do sexo masculino que perpetuariam, desta maneira, o nome do pai.
Divórcio. Era privilégio do homem iniciar um processo de
divórcio, o qual ele podia exercer baseado em considerações que hoje parecem
frívolas e dignas de riso.
Posição legal. A palavra de uma mulher, num tribunal,
precisava ser confirmada pelo menos por três homens, de outro modo, não tinha
valor.
Educação. Não era permitido à mulher entrar em uma
sinagoga para estudar; era considerado perda de tempo.
Religião. Não era permitido que as mulheres se aproximassem
do Lugar Sagrado no templo. Tinha um pátio reservado para elas quinze degraus
abaixo do local dos homens, para mostrar sua inferioridade.
Jesus
valorizou as mulheres. Ele as tratou como gente! Jesus mostrou que a mulher era
um ser especial para Deus e fez com que elas se sentissem assim. (Lc 1.13,42;
7.48; 8.2,43; 13.12; 16.18; 23.27). O livro do
médico amado Lucas, tem sido chamado “O Evangelho da Mulher”. O motivo: a
extrema consideração e valorização que Jesus concede às mulheres se ressaltarem
nos relatos neste Evangelho.
•
Maria, a mãe de Jesus, e Isabel, a mãe de João Batista - Lc 1
e 2
•
Ana, a profetisa - Lc 2 36-38
•
A sogra de Pedro, curada da febre - Lc 4 38-41
•
A viúva de Naim - Lc 7 11-18
•
A mulher pecadora (na casa de Simão) que ungiu o nosso Senhor
- Lc 7 36-50
•
Maria Madalena, curada de espíritos malignos - Lc 8.2
•
A mulher do fluxo de sangue - Lc 8 43-48
• Joana, a mulher de Cuza, procurador de Herodes, juntamente
com Suzana, cujo nome significa "Lírio", seguidoras que serviam com
seus bens - Lc 8.3; Lc 24.10
• Maria (irmã de Marta e Lázaro), o cuidado da Família, e a
excelente escolha "a boa parte", Lc 10 38-42
•
A mulher dentre a multidão – Lc 11 27-28
•
A mulher encurvada, a dezoito anos - Lc 13 10-17
•
A mulher, na parábola da moeda perdida – Lc 15 8-10
•
A viúva que pedia justiça, a parábola da perseverante oração
- Lc 18 1-8
•
A viúva que deu a Deus tudo quanto tinha – Lc 21.1-4
• As “Filhas de Jerusalém” que lamentavam por Jesus enquanto
Ele subia à cruz – Lc 23 27-28
Mulheres que tiveram um Encontro Pessoal com Jesus
Há quatro grupos todas as
mulheres que de alguma forma se encontraram com Jesus.
No grupo das que tiveram:
• Jesus como seu
sustento e consolo, estão: Ana, a profetisa, a viúva de Naim e a viúva pobre.
• Jesus como a sua
justificação, estão: a pecadora que ungiu os pés de Jesus e a mulher adúltera.
•
Jesus como a
cura, estão: a sogra de Pedro, a mulher com hemorragia, a mulher curvada por
enfermidade, a mulher siro-fenícia e Maria Madalena.
• Jesus como a
água viva que sacia a sede, encontram-se: a mulher samaritana, Marta, Maria de
Betânia, a mãe de Tiago e João e Maria, a mãe de Jesus.
Maria
Madalena foi curada de 7 espíritos malignos e doenças. Os espíritos malignos
roubam a identidade das pessoas. Maria Madalena se torna um arquétipo da
opressão da mulher e como Jesus a liberta tornando-a uma testemunha da
ressurreição.
1 – A
Culpa
2 – O
Medo
3 –
Baixa autoestima
4 –
Depressão
5 –
Ausência de propósito
6 – Ressentimento
7 –
Amargura
São
sentimentos que os espíritos imundos colocam no coração das mulheres. Mas a
Palavra de Deus vence todas essas coisas.
1 –
Romanos 8.1, 1 João 1.9
2 – 1
João 4.18
3 –
Filipenses 2.3,4
4 –
Romanos 12.12
5 –
Romanos 12.1
6 –
Mateus 6.12,14, Provérbios 10.12
7 –
Hebreus 12.15, 1Co 13.4,7
Deus é
aquele que ama as mulheres e as redimiu em Cristo Jesus!! Que Deus abençoe cada
vez mais as mulheres e cuide de cada uma delas para Glória de se Nome! Que os
homens respeitem e amem as mulheres de verdade! Que as mulheres se posicionem,
mas sem perder suas características femininas e sejam assim curadas pelo Senhor
Jesus!!!
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