quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

AS OBRAS DA CARNE


AS OBRAS DA CARNE


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As obras da carne são pecados graves que resultam da natureza pecaminosa do homem. O apóstolo Paulo apresentou uma lista de práticas denominadas por ele como “obras da carne” em sua Epístola aos Gálatas (Gl 5:20,21). Neste estudo bíblico conheceremos quais são as obras da carne e qual o significado de cada uma delas na exposição do apóstolo Paulo.

O que significa “obras da carne”?

Pare entendermos o significado da expressão “obras da carne” precisamos primeiro entender a forma com que o apóstolo Paulo utiliza a palavra “carne”, do grego sarx, em suas epístolas. O apóstolo usa esse termo em pelo menos três sentidos:

1.         Num sentido geral, se referindo simplesmente à humanidade.

2.         Num sentido mais específico, se referindo ao aspecto físico e material da vida humana.

3.         Num sentido ainda específico, se referindo à natureza humana depravada, corrompida pelo pecado, incluindo a mente e alma do homem.

Falando sobre as obras da carne no capítulo 5 da Carta aos Gálatas, é evidente que Paulo está aplicando a palavra “carne” para se referir à natureza humana pecaminosa, especialmente contrastando com o “Espírito”, do grego pneuma.

Quais são as obras da carne?

Antes de falarmos sobre quais são as obras da carne, precisamos entender que a lista apresentada na Carta aos Gálatas possui semelhanças com outras listas também elaboradas por Paulo em outras ocasiões (Rm 1:18-32; 13:13; 1Co 5:9-11; 6:9; 2Co 12:20,21; Ef 4:19; 5:3-5; Cl 3:5-9; 1Ts 2:3; 4:2-7; 1Tm 1:9,10; 6:4,5; 2Tm 3:2-5; Tt 3:3,9,10).

A referência de 2 Coríntios 12:20,21, por exemplo, possui notável semelhança com a lista apresentada em Gálatas 5:19-21, apesar de também haver algumas diferenças naturais.
Na lista registrada em Gálatas, a qual estamos estudando aqui, o apóstolo mencionou quinze elementos reputados como “obras da carne”. Devemos também notar que essa relação é representativa, ou seja, não pretende ser exaustiva, pois o próprio apóstolo termina dizendo: “e coisas semelhantes a estas” (Gl 5:21).

A seleção de itens apresentada por Paulo apresenta algumas sobreposições, ou seja, há elementos que de alguma forma, por sua similaridade, se repetem. No entanto, depois te termos entendidos que tal lista é representativa, podemos perceber que de modo mui sábio o apóstolo organizou os quinze itens citados em quatro grupos que praticamente representam uma base da qual todos os outros pecados derivam.
·              Pecados relacionados à imoralidade: prostituição, impureza e lascívia.

·              Pecados relacionados aos falsos deuses: idolatria e feitiçaria.
·     Pecados relacionados à rivalidade: inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções e invejas.

·           Pecados relacionados aos excessos: embriaguez e glutonaria.
Bem resumidamente, podemos fazer as seguintes considerações sobre as obras da carne citadas por Paulo:
1.         Prostituição: também podendo ser traduzido como imoralidade, é um termo utilizado pelo apóstolo em outras passagens (1Co 5:1; 6:13,18; 7:2; 2Co 12:21; Ef 5:3; Cl 3:5; 1Ts 4:3) e que se refere a toda espécie de relações sexuais ilícitas.

2.         Impureza: um conceito bastante abrangente que está diretamente ligado à imoralidade, e inclui não só as ações, mas também as palavras, pensamentos e intenções impuras.

3.    Lascívia: também podendo ser traduzida como indecência ou libertinagem, um termo utilizado por Paulo em outras epístolas (Rm 13:13; 2Co 12:21; Ef 4:19) e que enfatiza, principalmente, a falta de domínio próprio, onde a pessoa se entrega totalmente aos seus próprios desejos pecaminosos sem qualquer decência. Saiba mais sobre o que significa lascívia.

4.         Idolatria: um termo que não se refere apenas à adoração de imagens, mas a toda prática de adoração e culto à falsos deuses, pessoas, objetos ou a qualquer coisa que desvie a adoração ao verdadeiro Deus. Aqui também há uma ligação com os pecados relacionados à imoralidade, visto que no paganismo da época havia muitos cultos e rituais completamente fundamentados na imoralidade sexual.

5.     Feitiçaria: o termo grego utilizado por Paulo é pharmakeia, que basicamente não possui conotações morais, da qual a palavra em português “farmácia” também deriva através de sua origem latina. Esse termo grego pode ser traduzido como “droga” (remédio), “veneno” ou “poção” enfatizando a manipulação desses elementos. Assim, na antiguidade e também na época de Paulo, uma pessoa que manipulava drogas era muitas vezes identificada como um “mago”. Portanto, o termo é aplicado pelo apóstolo no sentido de bruxaria, onde pessoas buscam em fórmulas, poções e encantamentos poder sobre-humano, refletindo a fé num tipo de magia ao invés da confiança em Deus. O apóstolo aplicou esse termo em estreita conexão com a idolatria.

6.         Inimizades: se refere à hostilidade e antipatia (cf. Ef 2:16).

7.     Porfias: se refere a disputas, discórdias, rixas, busca pela superioridade sobre os outros e contendas (cf. Rm 1:29; 13:13; 2Co 12:20; Fp 1:15; 1Tm 6:4; Tt 3:4).

8.         Ciúmes: Paulo menciona esse termo em conexão com as “disputas” (cf. Rm 13:13; 1Co 3:3; 2Co 12:20), ou seja, o egocentrismo que reflete o ressentimento e a inveja pela realização de outras pessoas.

9.         Iras: o apóstolo segue o mesmo raciocínio quando aplica esse termo, isto é, ele está diretamente relacionado às inimizades, porfias e ciúmes que resultam certamente em explosões de ira (cólera).

10.   Discórdias: aplicado no sentido de “ambições egoístas”, isto é, “disputas pelo poder”, resultando sempre em reações contrárias às opiniões de outras pessoas (cf. Rm 2:8; 2Co 12:20; Fp 1:17; 2:3).

11.   Dissensões: resulta das discórdias mencionadas acima, ou seja, os homens levados por motivos egoístas buscam honras para si mesmos a qualquer custo (cf. Rm 16:17).

12.   Facções: também aparecem como resultado natural da sequência de vícios descrita pelo apóstolo, onde grupos se formam e tramam uns contra os outros ameaçando a unidade da Igreja, ou seja, são intrigas partidárias (cf. 1Co 11:19). O termo grego utilizado por Paulo aqui é hairesis, “heresia”. Saiba mais sobre o que é heresia.

13.   Inveja: se refere ao sentimento de descontentamento pelo o que o outro é ou possui, um tipo de sentimento que leva a pessoa a consumir-se (cf. Rm 1:29; Fp 1:15; 1Tm 6:4; Tt 3:3). Na Bíblia encontramos vários textos que apontam para o perigo da inveja, como no caso da morte de Abel por Caim, a forma com que José foi tratado pelo seus irmãos e etc.

14. Embriaguez: se refere às manifestações de descontrole e intemperança ocasionados por bebidas embriagantes (cf. Rm 13:13; Lc 21:34).

15.   Glutonaria: o termo aplicado por Paulo se refere ao estilo de vida desenfreado e extravagante, que pode ser traduzido nas típicas orgias do paganismo da época.

Qual o perigo das obras da carne?

O apóstolo Paulo fez uma grave exortação quanto ao perigo das obras da carne. Sobre isso ele escreveu que “não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam” (Gl 5:21). O que o apóstolo está dizendo é que quem não vive segundo o Espírito, ou seja, quem se entrega às práticas da natureza pecaminosa, não participará da consumação do reino de Deus quando Cristo voltar, não por suas obras terem sido más, porque a salvação não é por obras, mas porque suas obras demonstram que na verdade tal pessoa nunca foi regenerada verdadeiramente.

Por que Paulo citou exatamente essas práticas como sendo as obras da carne?

Como já dissemos, essa é uma lista representativa de todos os vícios e práticas comuns da natureza humana decaída. Apesar disto, bons expositores do Novo Testamento concordam que o apóstolo mencionou esses itens específicos porque era necessário que fossem mencionados, ou seja, alguns destinatários da Epístola aos Gálatas ainda lutavam contra a prática destes males.

Além disso, tal lista também pertence à exposição feita por ele sobre a superioridade do verdadeiro Evangelho da graça frente ao falso evangelho pregado pelos legalistas que insistiam que apenas a fé em Cristo Jesus não era suficiente para prover a salvação.
Em outras palavras, Paulo estava enfatizando que o julgo e as restrições do legalismo não eram capazes de nos fazer obedecer à vontade de Deus, renunciando as obras da carne, mas que o Espírito Santo é quem pode nos capacitar a viver para Cristo da maneira correta. Saiba mais sobre o que é o fruto do Espírito.

Ao falar sobre as obras da carne Paulo também está nos advertindo sobre o equilíbrio entre a liberdade e a responsabilidade, ou seja, nunca devemos confundir a liberdade que desfrutamos em Cristo frente às restrições da Lei, com a libertinagem, ou seja, somos livres, mas não devemos ser libertinos. A verdadeira liberdade em Cristo pode ser vista no fruto do Espírito, enquanto a libertinagem pode ser vista nas obras da carne.




 AS OBRAS DA CARNE



As obras da carne são pecados graves que resultam da natureza pecaminosa do homem. O apóstolo Paulo apresentou uma lista de práticas denominadas por ele como “obras da carne” em sua Epístola aos Gálatas (Gl 5:20,21). Neste estudo bíblico conheceremos quais são as obras da carne e qual o significado de cada uma delas na exposição do apóstolo Paulo.

O que significa “obras da carne”?

Pare entendermos o significado da expressão “obras da carne” precisamos primeiro entender a forma com que o apóstolo Paulo utiliza a palavra “carne”, do grego sarx, em suas epístolas. O apóstolo usa esse termo em pelo menos três sentidos:

1.         Num sentido geral, se referindo simplesmente à humanidade.

2.         Num sentido mais específico, se referindo ao aspecto físico e material da vida humana.

3.         Num sentido ainda específico, se referindo à natureza humana depravada, corrompida pelo pecado, incluindo a mente e alma do homem.

Falando sobre as obras da carne no capítulo 5 da Carta aos Gálatas, é evidente que Paulo está aplicando a palavra “carne” para se referir à natureza humana pecaminosa, especialmente contrastando com o “Espírito”, do grego pneuma.
Quais são as obras da carne?
Antes de falarmos sobre quais são as obras da carne, precisamos entender que a lista apresentada na Carta aos Gálatas possui semelhanças com outras listas também elaboradas por Paulo em outras ocasiões (Rm 1:18-32; 13:13; 1Co 5:9-11; 6:9; 2Co 12:20,21; Ef 4:19; 5:3-5; Cl 3:5-9; 1Ts 2:3; 4:2-7; 1Tm 1:9,10; 6:4,5; 2Tm 3:2-5; Tt 3:3,9,10).

A referência de 2 Coríntios 12:20,21, por exemplo, possui notável semelhança com a lista apresentada em Gálatas 5:19-21, apesar de também haver algumas diferenças naturais.
Na lista registrada em Gálatas, a qual estamos estudando aqui, o apóstolo mencionou quinze elementos reputados como “obras da carne”. Devemos também notar que essa relação é representativa, ou seja, não pretende ser exaustiva, pois o próprio apóstolo termina dizendo: “e coisas semelhantes a estas” (Gl 5:21).

A seleção de itens apresentada por Paulo apresenta algumas sobreposições, ou seja, há elementos que de alguma forma, por sua similaridade, se repetem. No entanto, depois te termos entendidos que tal lista é representativa, podemos perceber que de modo mui sábio o apóstolo organizou os quinze itens citados em quatro grupos que praticamente representam uma base da qual todos os outros pecados derivam.
·              Pecados relacionados à imoralidade: prostituição, impureza e lascívia.

·              Pecados relacionados aos falsos deuses: idolatria e feitiçaria.
·              Pecados relacionados à rivalidade: inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções e invejas.

·              Pecados relacionados aos excessos: embriaguez e glutonaria.
Bem resumidamente, podemos fazer as seguintes considerações sobre as obras da carne citadas por Paulo:
1.         Prostituição: também podendo ser traduzido como imoralidade, é um termo utilizado pelo apóstolo em outras passagens (1Co 5:1; 6:13,18; 7:2; 2Co 12:21; Ef 5:3; Cl 3:5; 1Ts 4:3) e que se refere a toda espécie de relações sexuais ilícitas.

2.         Impureza: um conceito bastante abrangente que está diretamente ligado à imoralidade, e inclui não só as ações, mas também as palavras, pensamentos e intenções impuras.

3.         Lascívia: também podendo ser traduzida como indecência ou libertinagem, um termo utilizado por Paulo em outras epístolas (Rm 13:13; 2Co 12:21; Ef 4:19) e que enfatiza, principalmente, a falta de domínio próprio, onde a pessoa se entrega totalmente aos seus próprios desejos pecaminosos sem qualquer decência. Saiba mais sobre o que significa lascívia.

4.         Idolatria: um termo que não se refere apenas à adoração de imagens, mas a toda prática de adoração e culto à falsos deuses, pessoas, objetos ou a qualquer coisa que desvie a adoração ao verdadeiro Deus. Aqui também há uma ligação com os pecados relacionados à imoralidade, visto que no paganismo da época havia muitos cultos e rituais completamente fundamentados na imoralidade sexual.

5.         Feitiçaria: o termo grego utilizado por Paulo é pharmakeia, que basicamente não possui conotações morais, da qual a palavra em português “farmácia” também deriva através de sua origem latina. Esse termo grego pode ser traduzido como “droga” (remédio), “veneno” ou “poção” enfatizando a manipulação desses elementos. Assim, na antiguidade e também na época de Paulo, uma pessoa que manipulava drogas era muitas vezes identificada como um “mago”. Portanto, o termo é aplicado pelo apóstolo no sentido de bruxaria, onde pessoas buscam em fórmulas, poções e encantamentos poder sobre-humano, refletindo a fé num tipo de magia ao invés da confiança em Deus. O apóstolo aplicou esse termo em estreita conexão com a idolatria.

6.         Inimizades: se refere à hostilidade e antipatia (cf. Ef 2:16).

7.         Porfias: se refere a disputas, discórdias, rixas, busca pela superioridade sobre os outros e contendas (cf. Rm 1:29; 13:13; 2Co 12:20; Fp 1:15; 1Tm 6:4; Tt 3:4).

8.         Ciúmes: Paulo menciona esse termo em conexão com as “disputas” (cf. Rm 13:13; 1Co 3:3; 2Co 12:20), ou seja, o egocentrismo que reflete o ressentimento e a inveja pela realização de outras pessoas.

9.         Iras: o apóstolo segue o mesmo raciocínio quando aplica esse termo, isto é, ele está diretamente relacionado às inimizades, porfias e ciúmes que resultam certamente em explosões de ira (cólera).

10.   Discórdias: aplicado no sentido de “ambições egoístas”, isto é, “disputas pelo poder”, resultando sempre em reações contrárias às opiniões de outras pessoas (cf. Rm 2:8; 2Co 12:20; Fp 1:17; 2:3).

11.   Dissensões: resulta das discórdias mencionadas acima, ou seja, os homens levados por motivos egoístas buscam honras para si mesmos a qualquer custo (cf. Rm 16:17).

12.   Facções: também aparecem como resultado natural da sequência de vícios descrita pelo apóstolo, onde grupos se formam e tramam uns contra os outros ameaçando a unidade da Igreja, ou seja, são intrigas partidárias (cf. 1Co 11:19). O termo grego utilizado por Paulo aqui é hairesis, “heresia”. Saiba mais sobre o que é heresia.

13.   Inveja: se refere ao sentimento de descontentamento pelo o que o outro é ou possui, um tipo de sentimento que leva a pessoa a consumir-se (cf. Rm 1:29; Fp 1:15; 1Tm 6:4; Tt 3:3). Na Bíblia encontramos vários textos que apontam para o perigo da inveja, como no caso da morte de Abel por Caim, a forma com que José foi tratado pelo seus irmãos e etc.

14.   Embriaguez: se refere às manifestações de descontrole e intemperança ocasionados por bebidas embriagantes (cf. Rm 13:13; Lc 21:34).

15.   Glutonaria: o termo aplicado por Paulo se refere ao estilo de vida desenfreado e extravagante, que pode ser traduzido nas típicas orgias do paganismo da época.

Qual o perigo das obras da carne?

O apóstolo Paulo fez uma grave exortação quanto ao perigo das obras da carne. Sobre isso ele escreveu que “não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam” (Gl 5:21). O que o apóstolo está dizendo é que quem não vive segundo o Espírito, ou seja, quem se entrega às práticas da natureza pecaminosa, não participará da consumação do reino de Deus quando Cristo voltar, não por suas obras terem sido más, porque a salvação não é por obras, mas porque suas obras demonstram que na verdade tal pessoa nunca foi regenerada verdadeiramente.

Por que Paulo citou exatamente essas práticas como sendo as obras da carne?

Como já dissemos, essa é uma lista representativa de todos os vícios e práticas comuns da natureza humana decaída. Apesar disto, bons expositores do Novo Testamento concordam que o apóstolo mencionou esses itens específicos porque era necessário que fossem mencionados, ou seja, alguns destinatários da Epístola aos Gálatas ainda lutavam contra a prática destes males.

Além disso, tal lista também pertence à exposição feita por ele sobre a superioridade do verdadeiro Evangelho da graça frente ao falso evangelho pregado pelos legalistas que insistiam que apenas a fé em Cristo Jesus não era suficiente para prover a salvação.
Em outras palavras, Paulo estava enfatizando que o julgo e as restrições do legalismo não eram capazes de nos fazer obedecer à vontade de Deus, renunciando as obras da carne, mas que o Espírito Santo é quem pode nos capacitar a viver para Cristo da maneira correta. Saiba mais sobre o que é o fruto do Espírito.

Ao falar sobre as obras da carne Paulo também está nos advertindo sobre o equilíbrio entre a liberdade e a responsabilidade, ou seja, nunca devemos confundir a liberdade que desfrutamos em Cristo frente às restrições da Lei, com a libertinagem, ou seja, somos livres, mas não devemos ser libertinos. A verdadeira liberdade em Cristo pode ser vista no fruto do Espírito, enquanto a libertinagem pode ser vista nas obras da carne.


Fonte: http://estiloadoracao.danielconegero.com/newslink/206858/110.html

ATIVISTA GAY SE CONVERTE AO EVANGELHO....

Ativista gay se converte ao Evangelho, renuncia à homossexualidade e se torna pregador



 
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O encontro de um ativista gay e perseguidor de cristãos com Jesus levou-o a uma mudança radical em sua vida, e atualmente seu testemunho inspira diversas pessoas, tanto na igreja quanto fora dela.
David Bennett assumiu sua homossexualidade aos 14 anos, tornou-se ativista gay na juventude, sofreu agressão enquanto caminhava com seu namorado em um parque e se tornou assíduo da Parada Gay na Austrália. Vindo de uma família ateia, na infância estudou em uma escola cristã, mas rejeitou toda a informação religiosa que recebeu.
Certo dia, quando cursava jornalismo, entrevistou uma cineasta em um bar e ouviu dela que sua inspiração para o trabalho que fazia era Deus. Bennett, provocativo, disse: “‘Sou homossexual, não acho que Deus esteja interessado em mim’. Ela perguntou se eu tinha experimentado o amor de Deus e se ofereceu para orar por mim”, contou ao portal Christian Today.
Ao receber a oração, experienciou uma manifestação sobrenatural, que o fez baixar a guarda: “Este era o amor que eu queria alcançar por toda a minha vida. Eu só sentia o fôlego de Deus. Eu disse: ‘O que está acontecendo comigo?’ Ela disse: ‘É o Espírito Santo, você está nascendo de novo’. Finalmente eu ouvi uma voz dizer: ‘Você vai aceitar meu filho Jesus como seu Senhor e Salvador?’ Eu tive essa longa deliberação e finalmente disse: ‘Sim’”, narrou o ex-ativista gay.
Atualmente, Bennett é palestrante no Oxford Center for Christian Apologetics e também estuda teologia e ética cristã. Sua inspiração para a nova jornada é o Salmo 45: “A graça tem ungido seus lábios”.
“Sempre tive essa forte sensação de que Deus me chamou para falar, de uma forma amorosa e verdadeira. Essa é a parte difícil em toda essa coisa. O que é a verdade cristã? As pessoas têm visões muito diferentes sobre esse assunto”, afirmou.
A mudança de vida o levou à renúncia ao pecado, mas ele admite ainda sentir atração por outros homens: “Eu realmente entendo como a experiência gay é tão importante, e como a Igreja ainda não se deu conta disso”, ponderou, frisando que decidiu manter sua sexualidade inativa.
O ponto de virada após ter aceitado Jesus como Salvador foi uma segunda experiência, quando pediu a Deus um sinal de que Ele era real. Dias depois, ao participar de um evento, uma amiga o procurou e disse: “Deus está me implorando para eu te falar que Ele existe”. Ele aceitou aquilo como resposta à sua dúvida.
No entanto, sem o conhecimento necessário sobre a Palavra de Deus, ele achava que o casamento entre pessoas do mesmo sexo poderia ser santificado. “Chegou a um momento em que Deus me disse: ‘Você precisa me dar sua homossexualidade completamente’. Eu disse: ‘Senhor, seu filho morreu na cruz por mim, eu lhe darei qualquer coisa’. Então eu dei a ele minha homossexualidade, e senti esse apelo ao celibato”, narrou.
Hoje, ciente de que Deus não aceita a homossexualidade, Bennett afirmou que abandonar a prática foi um sacrifício de “profundas proporções”, pois entendeu durante seu estudo da Bíblia Sagrada, que o casamento gay não podia ser fiel à “imagem” de Deus em que homens e mulheres foram criados.
Fonte: https://noticias.gospelmais.com.br/carnaval-folia-gospel-espaco-blocos-lgbt-88302.html?utm_source=notification

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

900 MIL CRISTÃOS FORAM MORTOS EM 10 ANOS POR PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA

900 Mil Cristãos Foram Mortos em 10 Anos por Perseguição Religiosa

Estudo revela que entre 2005 e 2015, mais de 900 mil cristãos foram mortos, vítimas da perseguição religiosa. Ainda segundo a pesquisa, a tendência é que a perseguição aumente em 2017

 
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O Instituto de pesquisa do Seminário Teológico Gordon-Conwell, em Massachusetts, Estados Unidos, fez uma divulgação espantosa para muitos de nós; em pleno século XXI, entre 2005 e 2015, mais de 900 mil cristãos foram mortos em todo mundo devido a perseguição religiosa. Isso equivale a uma média de um cristão morto a cada seis minutos!
Segundo informações do CPADNews, o estudo foi divulgado apenas neste mês de janeiro, mas a informação foi vazada por um sociólogo italiano chamado Massimo Introvigne, durante uma entrevista à Rádio Vaticano, já em dezembro. Os dados assustadores de um genocídio de cristãos em curso chamou atenção da mídia e repercutiu no mundo inteiro.

Leia também: Jovem Cristão é Morto por Anunciar o Evangelho a 50 Famílias na Índia


Segundo  o Centro para o Estudo do Cristianismo Global de Gordon-Conwell, 90 mil cristãos são mortos todos os anos, desde 2005; “Na última semana, várias organizações de notícias informaram sobre a perseguição de cristãos em todo o mundo e citou nossa estimativa de 90 mil mártires cristãos em 2016”, afirmou o relatório.
Ainda segundo a pesquisa, 30% dos cristãos mortos foram por ações terroristas, enquanto os demais 70% foram vítimas de conflitos tribais, especialmente na África. A dúvida de alguns é se essas mortes foram devido a confissão de fé cristã ou se estão vinculadas a outros conflitos.

A perseguição religiosa é direta e indireta

Recentemente publicamos uma matéria aqui no Gospel Mais, onde tratamos do caso de um jovem morto na Índia, que após se converter ao evangelho cristão, passou a divulgar a mensagem de Jesus através de bíblias, pregações e filmes em sua comunidade. Em dada ocasião, o rapaz teve sua casa invadida, sendo levado por 7 pessoas. Alguns dias depois, o corpo do jovem foi encontrado com vários tiros na cidade de Bhitarkota no Estado de Orissa.
O caso acima é um exemplo de como a perseguição religiosa a cristãos em todo mundo ocorre de forma direta, com proibições em lei e ações coercitivas por autoridades, mas também como forma indireta, por meio de atitudes que visam dar outra conotação ao crime, como as de sequestro, brigas familiares, acidentes ou conflitos políticos.
Ainda segundo o CPADNews, o Centro para o Estudo do Cristianismo Global também descobriu que os cristãos são o grupo religioso mais perseguido em todo o mundo, sendo o ano de 2016 “o pior ano de perseguição já registrado”.
Os cristãos mortos chamados de “mártir”, segundo o Centro de Estudos,  são os que testemunharam a fé em Jesus Cristo não apenas em discurso público, mas também “refere-se a todo o estilo de vida do indivíduo, independentemente de ele ter ativamente proclamado sua fé no momento da morte”.
Fonte: https://noticias.gospelmais.com.br/900-mil-cristaos-foram-mortos-em-10-anos-por-perseguicao-religiosa87851.html?

GRADE DO CURSO PLENO EM TEOLOGIA



Transformando Vidas Através do Ensino Sistemático da Palavra de Deus
Igreja Evangélica Missionário Congregacional
Pr. José Muniz de Góes Neto

Grade do Curso Pleno em Teologia

Coordenação da Professora:  Pra. Maria Valda

Nº
DISCIPLINAS
CÓDIGO
01
Introdução Bíblica       -            Bibliologia
IB
02
Novo Testamento I     -            Os Evangelhos
NT I
03
Novo Testamento II    -            Atos dos Apóstolos
NT II
04
Antigo Testamento I   -            O Pentateuco
AT I
05
Novo Testamento II    -            Epístolas Paulinas I
NT III
06
Novo Testamento II    -            Epístolas Paulinas II
NT III
07
Novo Testamento  II   -            Epístolas Paulinas III
NT III
08
Novo Testamento IV   -           Epístolas Gerais
NT IV
09
Evangelismo Pessoal
EVANG
10
Antigo Testamento II  -           Livros Históricos
AT II
11
Pneumatologia-           -           Doutrina do Espírito Santo
PNEU
12
Antigo Testamento III  -          Livros Poéticos
AT III
13
Antigo Testamento IV  -          Profetas Maiores
AT IV
14
Antigo Testamento V   -          Profetas Menores
AT V
15
Novo Testamento V     -          Apocalipse
NT V
16
Cartas aos Hebreus
CH



Duração do Curso em 2 anos.
Material Didático Excelente à parte da Mensalidade
Horário: 19:00hs às 21:30hs.

Informações: Tel. 21 – 3361-2047