quarta-feira, 22 de julho de 2015

“CASAMENTO” HOMOSSEXUAL DOS EUA AFETARÁ OUTROS PAÍSES

29 de junho de 2015

“Casamento” homossexual dos EUA afetará outros países


“CASAMENTO” HOMOSSEXUAL DOS EUA AFETARÁ OUTROS PAÍSES

Mas em estranho acobertamento, grande mídia esquerdista americana nega que os EUA são o líder do movimento homossexual mundial


Julio Severo
Por causa da hegemonia cultural mundial dos EUA, a decisão histórica do Supremo Tribunal dos EUA em favor do “casamento” homossexual afetará outras nações, e ativistas homossexuais em muitas partes do mundo estão excitados em sua expectativa de usar a decisão do tribunal para avançar sua causa, de acordo com uma reportagem da Associated Press, um dos maiores serviços noticiosos dos EUA.



Ainda que grandes empresas dos EUA (Apple, Microsoft, Google, etc.) e até o governo americano tenham grandemente incitado a tendência para com a aceitação do “casamento” homossexual, a Associated Press, cujas reportagens são descaradamente pró-homossexualismo, tem se apressado para separar os EUA do papel da liderança dizendo “Os EUA não são o líder desse movimento,” ignorando que os EUA foram o primeiro país a nomear um embaixador homossexual mundial para a ideologia homossexual e que o Departamento de Estado e a USAID vêm financiando e treinando organizações homossexuais em outras nações.

As tentativas da Associated Press de descartar a liderança dos EUA no movimento homossexual internacional apontaram que outras nações, como a Argentina, tinham “casamento” gay antes dos EUA.

O Brasil, o maior país católico do mundo, havia com efeito aprovado o “casamento” gay em 2013, antes dos EUA, mas os ativistas homossexuais envolvidos nessa campanha estavam muito envolvidos com ativistas homossexuais americanos e sua propaganda “brasileira” contava decisivamente com dados e know-how de ativistas dos EUA.
Pelo fato de que o Brasil não tem uma hegemonia cultural mundial, seu “casamento” gay não produziu nenhum efeito em outras nações. Quando o Supremo Tribunal dos EUA legalizou o “casamento” homossexual, os sites do Palácio do Planalto e do Ministério da Educação exibiram o arco-íris homossexual — uma celebração homossexual que o governo brasileiro não realizou nem mesmo na legalização do “casamento” homossexual brasileiro.
Ainda que o Brasil e os EUA sejam antagônicos em algumas questões econômicas, eles têm tido uma irmandade inegável, vibrante e incrível na agenda homossexual.

Da mesma forma, o “casamento” homossexual argentino não produziu nenhum efeito internacional, pois a Argentina não tem uma hegemonia cultural mundial. Entretanto, é muito improvável que os ativistas homossexuais argentinos envolvidos nessa campanha não estivessem envolvidos com ativistas homossexuais americanos e que sua propaganda “argentina” não contasse decisivamente com dados e know-how de ativistas americanos.

“A decisão dos EUA terá um grande impacto em outros países,” disse Esteban Paulon, presidente da Federação de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais, acrescentando que sua organização contribuiu documentação para as organizações legais americanas que defenderam o caso diante do Supremo Tribunal.

Esse é um truque velho. É o mesmo modo de trabalhar de organizações e fundações pró-aborto dos EUA. Elas financiam e treinam ativistas nos países em desenvolvimento, e quando necessário esses ativistas são usados como vitrine para defender, com uma voz do terceiro mundo, exatamente o que as organizações e fundações pró-aborto dos EUA querem. Elas apresentam sua voz treinada de terceiro mundo na ONU e fóruns internacionais sobre aborto e controle populacional e dizem: “Estão vendo? Eles querem aborto e controle populacional e eles querem nossa ajuda para fazer isso!”
A motivação por trás dessas campanhas é tudo, menos de bom coração.
O Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, o órgão das decisões mais elevadas sobre política externa nos EUA, promulgou um documento extremamente secreto intitulado Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200 (do original em inglês “National Security Study Memorandum 200,” cuja sigla é NSSM 200), também conhecido como Relatório Kissinger. Seu assunto era “Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e Interesses Externos dos EUA.” Esse documento, publicado em 10 de dezembro de 1974 durante o governo de um presidente republicano, foi o resultado da colaboração entre a Agência Central de Inteligência (CIA) e a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID).

De acordo com o Dr. Brian Clowes, um especialista em assuntos de controle populacional na organização Human Life International, “o NSSM 200 continua a ser o documento fundamental sobre controle populacional elaborado pelo governo dos Estados Unidos. Portanto, o NSSM 200 continua a representar a política oficial dos Estados Unidos sobre controle populacional… O propósito principal das campanhas de controle populacional financiadas pelos EUA é manter acesso aos recursos… de países menos desenvolvidos.”

O NSSM 200 é o mais importante documento de controle populacional do governo dos EUA. Mas havia um esforço para negar que os EUA têm sido o líder do movimento mundial de controle populacional.

Clowes explica que os países jamais conseguiram apontar com precisão o trabalho sujo das campanhas de controle populacional dos EUA como responsabilidade direta dos EUA porque havia uma estratégia envolvida para escapar dessa acusação. Ele disse: “O NSSM 200 também especificamente declarou que os Estados Unidos deveriam acobertar suas atividades de controle populacional e evitar acusações de que são imperialistas induzindo a ONU e várias organizações não governamentais — especificamente o Fundo Pathfinder, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla inglesa IPPF) e o Conselho Populacional — a fazer seu trabalho sujo.”

A USAID, que estava envolvida com a CIA no NSSM 200, vem usando sua larga experiência e sofismas em controle populacional para promover a agenda homossexual no mundo inteiro.

No ano passado, a USAID e o Departamento de Estado dos EUA realizaram a terceira Conferência para Avançar os Direitos Humanos LGBT e Promover Desenvolvimento Inclusivo para Indivíduos Lésbicos, Gays, Bissexuais e Transgêneros (LGBT) em Washington, D.C., EUA.
Importantes autoridades do governo dos EUA palestraram no evento.
A conferência reuniu autoridades governamentais, financiadores particulares, líderes empresariais, especialistas acadêmicos e ativistas homossexuais de mais de 30 países para aumentar a coordenação, cooperação e recursos dedicados para promover a agenda homossexual no mundo inteiro, e para garantir a plena inclusão de ativistas homossexuais em estruturas de poder político.

A conferência focou em estratégias de assistência diplomática e externa para lidar com questões homossexuais no mundo todo. Discutiu também as melhores formas de envolver as comunidades religiosas para apoiar a agenda homossexual e integrá-la em programas de desenvolvimento.
Apesar desse enorme envolvimento na agenda homossexual mundial, a grande mídia esquerdista dos EUA, inclusive a Associated Press, quer acobertar a liderança dos EUA nesse movimento.

Esse acobertamento vem também ocorrendo mediante estratégias diplomáticas.
O embaixador homossexual mundial dos EUA recentemente visitou o Brasil e outras nações para coletar suas experiências homossexuais e usá-las para dar a impressão de que o trabalho sujo dele não é avançar as ambições homossexualistas do governo de Obama. Ainda que o financiamento, o know-how e a inspiração venham de organizações homossexuais dos EUA, tudo será feito alegadamente por amor aos desejos de grupos homossexuais do Brasil, da Argentina e até da África!

Vinte e um países agora impõem o “casamento” homossexual. Na maioria desses países, grupos homossexuais bem organizados, financiados e treinados estão fazendo pressão legal e social para expandir direitos de “casamento” homossexual, especialmente a adoção de crianças.

Esses movimentos, que têm recebido financiamento e treinamento dos EUA, inclusive do Departamento de Estado e da USAID, estão recebendo um estímulo grande com o “casamento” gay legalizado nos EUA, de acordo com a reportagem da AP. Eles usarão a experiência dos EUA para avançar sua causa (“Ei, a nação mais avançada tem leis gays avançadas, e nós deveríamos imitar”) e os grupos homossexuais americanos por sua vez usarão a experiência deles para exigir mais e mais (“Eis, até países do terceiro mundo estão adotando a agenda homossexual. Por que deveríamos evitar avançar mais?”)
Todos eles estão envolvidos num círculo vicioso de trabalhos sujos. Mas o que fará a diferença decisiva é a hegemonia cultural.

Em seu livro de 1997 “The Grand Chessboard” (O Grande Tabuleiro de Xadrez), Zbigniew Brzezinski, um dos mais confiáveis conselheiros de política externa do governo dos EUA (desde Carter até Obama), argumentou que os EUA detêm a hegemonia mundial nas principais áreas. Ele disse:

“Os EUA têm a supremacia em quatro esferas decisivas de poder mundial: militar, econômica, tecnológica e cultural.”

O “casamento” homossexual brasileiro e argentino e outras agendas gays não têm tido nenhum efeito em outras nações. Mas se os EUA quiserem usá-los, eles com certeza terão um impacto decisivo mundial.
A poderosa hegemonia dos EUA está agora a serviço de sua própria agenda homossexual e da agenda homossexual de grupos homossexuais internacionais que a USAID e o Departamento de Estado estão treinando e financiando.
A resposta a esse poder hegemônico pró-homossexualismo é bolsões de resistência conservadora nos EUA e uma resistência conservadora internacional que rechace o imperialismo homossexual promovido pelo governo e grandes empresas dos EUA.
A homossexualidade trouxe destruição para Sodoma, e trará destruição para qualquer cidade ou superpotência que a adote. Um remanescente de cristãos fiéis a Deus precisa alertar acerca do perigo da sodomia e apoiar esforços para proteger crianças e suas famílias contra isso.

“O que aconteceu com Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas é, para nós, um exemplo do castigo do fogo eterno. O povo daquelas cidades sofreu o mesmo destino que o povo de Deus e os anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais e se engajaram em atividades homossexuais.” (Judas 7 GWV)

O casamento é a união entre um homem e uma mulher. Defender esse casamento original e real contra um “casamento” falsificado de dois homens não salvará a alma eterna das pessoas. Mas salvará crianças, famílias e a sociedade de uma destruição psicológica, moral e física.

Pregar o Evangelho e deixar claro que Jesus Cristo salva, cura e liberta fará a diferença máxima entre pecadores que amam pecados homossexuais e entre nações que adoram promover e impor esses pecados nos outros. Eles terão uma chance de ser salvos, curados e libertos.

Se não quiserem o Evangelho, os cristãos deveriam agir profeticamente, principalmente no caso de uma nação que começou no Evangelho, era campeã em exportar o Evangelho e impactou muitas nações no Evangelho e agora termina com sodomia, como campeã em exportar sodomia e afetando muitas nações nesse pecado.


Com informações da Associated Press.
Leitura recomendada:

RUSSOS DÃO LIÇÃO DE MORAL PARA A PROPAGANDA HOMOSSEXUAL DO FACEBOOK

2 de julho de 2015


Conservadores russos dão lição de moral para a propaganda homossexual do Facebook


CONSERVADORES RUSSOS DÃO LIÇÃO DE MORAL PARA A PROPAGANDA HOMOSSEXUAL DO FACEBOOK

Julio Severo
Em celebração da decisão do Supremo Tribunal dos EUA favorecendo o “casamento” homossexual na semana passada, o Facebook lançou um aplicativo chamado “Vamos Celebrar o Orgulho,” que permitiu que os usuários cobrissem sua foto de perfil com o arco-íris homossexual.
O Facebook esperava que muitos milhões de seus usuários celebrassem, mas de seus 1,44 bilhão de usuários, apenas 26 milhões celebraram — menos de 2 por cento. O fato é, a maioria absoluta dos usuários do Facebook não quis se envolver com a propaganda homossexual do Facebook.

Aumentando o fracasso, houve uma reação internacional a essa propaganda.

A reação mais forte veio de conservadores russos que cobriram sua foto de perfil com as cores da bandeira de seu país — branco, azul e vermelho.


Os usuários russos também contra-atacaram a hashtag homossexual #LoveWins (o amor vence) com #pridetobestraight (orgulho de ser hétero) e #pridetoberussian (orgulho de ser russo).

Em anos recentes, a Rússia tem tido uma postura forte em defesa de valores da família tradicional. Em junho de 2013, a Rússia aprovou a lei federal que tem como objetivo “proteger crianças de informações que defendem a negação dos valores da família tradicional,” ou o que é comumente mencionado como lei contra a propaganda gay. 

A lei proíbe grupos e indivíduos homossexuais de dar informações sobre homossexualismo para crianças. Os infratores enfrentam multas pesadas e prisão. O governo tem também proibido paradas gays e manifestações homossexuais públicas. E regularmente prende manifestantes insolentes.

A Igreja Ortodoxa Russa tem sido particularmente direta nessa questão. Vsevolod Chaplin, porta-voz dessa igreja, chamou a decisão do Supremo Tribunal dos EUA na semana passada de “ímpia e pecaminosa.”

“As pessoas que gostam da ‘democracia de estilo americano’ e tentam reconciliá-la com valores tradicionais precisam pensar muito depois dessa decisão,” ele disse. Em parte, ele está certo. Contudo, a democracia americana original não foi feita para o homossexualismo e seu ativismo ideológico.

John Adams (1735-1826), segundo presidente dos Estados Unidos, disse sabiamente: “Nossa Constituição foi feita para um povo cristão e com valores morais. Ela é totalmente inadequada para qualquer outro tipo governo.” Os EUA do governo de Adams tinham uma população de maioria esmagadoramente protestante e com princípios morais. Hoje, os EUA têm um governo e grandes empresas (Facebook, Google, Apple, Microsoft, etc.) que odeiam totalmente o protestantismo e a moralidade e amam totalmente a imoralidade e a homossexualidade.
Alguns americanos responderam à propaganda homossexual do Facebook cobrindo sua foto de perfil com a bandeira dos EUA.

Com informações do HuffingtonPost, Mashable e Mirror.
Leitura recomendada:

PAPA FRANCISCO PODE NOMEAR UMA MULHER CARDEAL

PAPA FRANCISCO PODE NOMEAR UMA MULHER CARDEAL



Não se trata de uma brincadeira. É algo que passou pela cabeça do papa Francisco: nomear uma mulher cardeal. Quem o conhece, dentro e fora da Companhia, antes de chegar à cátedra de Pedro, afirma que o primeiro papa jesuíta da igreja está destinado a surpreender a cada dia, não só com suas palavras mas também, e sobretudo, com seus gestos. E ele o está fazendo nos primeiros seis meses de pontificado.
Os que pensam que Francisco, com sua simplicidade de pároco de interior, sua linguagem plana e seu sorriso sempre nos lábios, seja um simples ou um ingênuo se equivocam. Este papa, que não parece papa, chegou a Roma da periferia da igreja com um programa bem concreto: mudar não só o aparelho enferrujado da máquina eclesiástica como também ressuscitar o cristianismo das origens.
O simbolismo de seus gestos começou desde que apareceu na sacada central da Basílica de São Pedro, vestido de branco e dizendo-se "bispo", pedindo que as pessoas na praça o abençoassem. Não perdeu desde então um minuto para semear de gestos inesperados seus primeiros meses de pontificado, para espanto de muitos, dentro e fora da igreja.
E o continuará fazendo. Por exemplo, com esse plano de tornar cardeal uma mulher. Ele sabe que o tema feminino dentro da igreja não está resolvido e não pode esperar. Ele o deixou claro com duas frases lapidares em sua última entrevista a "Civiltá Católica": "A igreja não pode ser ela mesma sem a mulher". Não é só uma afirmação. É uma acusação. A frase também pode ser lida assim: "A igreja ainda não está completa porque nela falta a mulher".
Como introduzir na igreja essa peça essencial, sem a qual a igreja "não pode ser ela mesma"? Foi o que disse na mesma entrevista: "Precisamos de uma teologia profunda da mulher".
E essa teologia, o papa dá a entender, não pode ser construída no laboratório do Vaticano, apadrinhada pelo poder. Está sendo construída pelas mulheres dentro da igreja: "A mulher está formulando construções profundas que devemos enfrentar", diz.


Francisco quer resolver esse problema durante seu pontificado porque está convencido de que a igreja hoje está manca e coxa sem a mulher no lugar que lhe corresponderia, que seria nem mais nem menos o que já teve no início do cristianismo, onde exerceu um enorme protagonismo. Pelo menos até que Paulo cunhou sua teologia da cruz e hierarquizou e masculinizou a igreja.
O papa sabe que para levar a cabo a revolução que tem em mente precisa "escutar" a igreja, não só a de cima, mas também a de baixo, onde estão se realizando, por parte da mulher, "construções profundas".
Poderia, entretanto, abrir caminho ele mesmo com alguns gestos que obrigariam a colocar com urgência o tema da mulher sobre o tapete, ou, se se preferir, sobre "o altar". E um desses gestos seria nomear uma mulher cardeal. É impossível? Não. Hoje, segundo o direito canônico, pode haver cardeais que não sejam sacerdotes, basta que sejam diáconos.
Mas, alguém poderia dizer, hoje a mulher ainda não pode ser diaconisa, como o foi há 800 anos e sobretudo nas primeiras comunidades cristãs. Pois essa é também uma das reformas que Francisco tem na cabeça. Não se trata de um dogma. A mulher poderia ser admitida ao diaconato amanhã mesmo.
Como escreveu Phyllis Zagano, da Universidade de Loyola em Chicago, a maior especialista da igreja nesse tema, "o diaconato feminino não é uma ideia para o futuro. É um tema do presente, para hoje". E conta que teria abordado o tema com o cardeal Ratzinger, antes de ser papa, que lhe respondeu: "É algo em estudo". Para Bento 16 ficou na ideia, mas o papa Francisco poderia acelerar o processo. Hoje, as igrejas Apostólica Armênia e Ortodoxa Grega, ambas unidas a Roma, já contam com diaconisas.
Chegada a mulher ao diaconato, o papa já pode, sem mudar o atual direito canônico, tornar uma mulher cardeal com o título de diaconisa. Mais ainda, bastaria mudar a atual norma para permitir que um laico, e portanto uma mulher, possa ser eleita cardeal, já que houve pelo menos dois casos na igreja em que foram nomeados cardeais dois laicos: o duque de Lerma em 1618 e Teodolfo Mertel em 1858.
O cardinalato não pressupõe a consagração presbiterial nem episcopal. Os cardeais são conselheiros do papa, e sua função principal é eleger o novo sucessor de Pedro. Há algum inconveniente em que uma mulher possa dar seu voto no silêncio do conclave? Seu voto valeria menos que o de um homem?
Um jesuíta me dizia: "Conhecendo este papa, não lhe tremeria a mão tornando cardeal uma mulher, e até lhe encantaria ser o primeiro papa que permitisse que a mulher pudesse participar da eleição de um novo papa".
Quando Francisco, em sua longa entrevista, insiste em que não quer fazer as mudanças precipitadamente e que prefere "escutar" a igreja, é porque essas mudanças, algumas surpreendentes, já estão em sua mente, talvez bem enumeradas. Quer apenas apresentá-las com o aval não só da hierarquia, como do povo de Deus.
Com este papa, como dizia Federico Fellini, "la nave va". Com Francisco, os pilares da igreja começam a se mover. E muitos começam a tremer. De medo. Dentro, e não fora da igreja. Fora começam a ressoar as notas do estupor e até da incredulidade. "Com este papa quase está me dando vontade de me tornar católica", escreveu ontem uma leitora neste jornal.
Algo se move, e talvez irreversivelmente na igreja, justamente no momento em que no mundo laico e político, no campo da modernidade, os relógios parecem ter parado, todos ao mesmo tempo.


Tradutor: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

A INVEJA ALHEIA PODE PREJUDICAR A MINHA VIDA

A INVEJA ALHEIA PODE PREJUDICAR A MINHA VIDA DE ALGUMA FORMA?




Posted: 21 Jul 2015 06:06 AM PDT


Você Pergunta: gostaria de saber até que ponto a inveja alheia pode prejudicar alguém? Já ouvi de muitas pessoas que a inveja de uma pessoa pode até mesmo matar seus bichinhos de estimação, plantas ou até estragar as coisas, isso quando não acontece algo pior com a pessoa invejada, como ficar doente, sofrer um acidente, etc. Já até me aconselharam a orar pra Deus me proteger da inveja. Mas será que a inveja tem todo esse poder mesmo? Será que o famoso olho gordo ou olho ruim existe?



Cara leitora, essa questão da inveja alheia realmente é muito pregada em nossa sociedade. Lembro-me do nascimento de minha filha há alguns meses. Muitos parentes e amigos sempre aconselhavam que era bom não ficar saindo muito com o bebê, pois as pessoas iriam colocar “olho gordo”. Fui ao supermercado levando a minha filha e a caixa logo aconselhou que era bom colocar alguma roupa vermelha na menina, a fim de que toda inveja fosse repelida. Isso é somente um pequeno exemplo das diversas coisas que a sociedade pensa a respeito da famosa inveja alheia. Mas é sempre bom analisar a Bíblia (e não a opinião da sociedade) para termos um parâmetro saudável sobre as questões. Vamos fazer isso agora.




Inveja e olho gordo podem prejudicar minha vida?


(1) A Bíblia fala muito a respeito da inveja. Mas antes de meditarmos sobre o que a Bíblia diz, vamos relembrar o significado de inveja: “Desgosto pelo bem alheio. Desejo de possuir o que outro tem acompanhado de ódio pelo possuidor” (Dicionário Priberam). O invejoso é alguém que busca para si as realizações do outro, mas não como inspiração saudável, mas sim com desgosto e tristeza pelo fato do outro ter algo bom que ele queria ter.





(2) É Interessante notar que geralmente as pessoas falam da inveja que outras pessoas têm delas como um tipo de “poder” que o invejoso teria de trazer algum mal, de fazer algo ruim acontecer. Por exemplo, eu compro um carro novo. Pessoas invejosas poderiam me fazer até bater esse carro se eu não tomar providências, fazer alguma “oração forte”, benzer o carro ou coisa parecida. Existe uma fé em um poder subjetivo e sobrenatural dessa inveja. Esse é o pensamento da sociedade em geral.



(3) No entanto, quando pesquisamos a respeito da inveja na Bíblia não encontramos sequer uma passagem que afirme que a inveja alheia possa nos trazer algum mal subjetivo como, por exemplo, nos deixar doentes, atingir bichinhos de estimação, fazer algo de ruim acontecer conosco como resultado do poder da inveja de alguém. É claro que a inveja pode trazer males de forma objetiva. Por exemplo, alguém sente tanta inveja que assassina outra pessoa, ou tenta puxar o tapete dela no trabalho, ou fala mal dela para os outros, etc. Por exemplo, Jesus foi perseguido pelos sacerdotes movidos por inveja objetiva, que os levou a agir de má-fé contra Jesus: “Pois ele bem percebia que por inveja os principais sacerdotes lho haviam entregado” (Marcos 15:10). Assim, pessoas invejosas de má índole podem tramar ações que prejudiquem outras pessoas. Mas não podem provocar algum mal a outros só pelo fato de sentir inveja.


(4) Quando a Bíblia fala de inveja sempre a coloca como um pecado prejudicial na vida de quem a possui e não como um poder sobrenatural que alguém pode lançar sobre outros: “O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos” (Provérbios 14:30). O portador da inveja é sempre o mais prejudicado, pois é um sentimento comparado ao câncer.


(5) Dessa forma, o cristão não precisa se preocupar com esse tipo de crendice que o mundo ensina sobre a inveja (causar doenças nos outros, matar bichos de estimação, causar acidentes, etc.). O cristão deve, antes, preocupar-se em não ser um invejoso, em não cultivar em seu próprio coração esse sentimento prejudicial. Mas, claro, é sempre bom ter atenção com pessoas invejosas que podem nos prejudicar com ações contra a nossa vida (assim como os sacerdotes fizeram com Jesus). Desses invejosos precisamos saber manter certa distância.






You are subscribed to email updates from Esboçando Ideias
To stop receiving these emails, you may unsubscribe now.
Email delivery powered by Google
Google Inc., 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View, CA 94043, United States

 

quinta-feira, 9 de julho de 2015

POR QUE AS PESSOAS GRITAM QUANDO ESTÃO ABORRECIDAS?


MEDITE:


POR QUE GRITAMOS?


"Quando vocês gritarem pedindo socorro, eu os atenderei; pedirão a minha ajuda, e eu direi: "Estou aqui”. (Isaías 58.9)

 

POR QUE GRITAMOS?
Reflita na história abaixo:



POR QUE AS PESSOAS GRITAM QUANDO ESTÃO ABORRECIDAS?


Conta a história que um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:

- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

- Gritamos porque perdemos a calma - disse um deles.

- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? - questionou novamente o pensador.

- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça - retrucou outro discípulo.... Veja mais

E o mestre volta a perguntar: - Então não é possível falar-lhe em voz baixa?


Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.

Então ele esclareceu:

"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas."

Por fim, o pensador conclui, dizendo:

- Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.


Quando você for discutir com alguém, lembre-se que o coração não deve tomar parte nisso.


Se a pessoa com quem discutimos não concorda com nossas ideias, não é motivo para gostar menos dela ou nos distanciar, ainda que por instantes.


Quando pretendemos encontrar soluções para as desavenças, falemos num tom de voz que nos permita uma aproximação cada vez maior, como a dizer para a outra pessoa: "Eu não concordo com suas ideias ou opiniões, mas isso não me faz gostar menos de você!"


LIÇÃO DE VIDA:

A melhor maneira para se manter a harmonia entre as pessoas é falar sempre com o coração!!!
 

REFLITA SOBRE ISTO. QUE O SENHOR NOS AJUDE A AMAR...
Pastora Mérces


Fonte: http://www.pastora-merces.com/conteudos2/falando%20ao%20cora%C3%A7%C3%A3o/#.UKOsy_0aoYQ.blogger